Argentina, Dom Héctor Aguer (foto), denunciando a manipulação totalitária da [des]educação sexual, praticada pelo Governo Argentino, que visa impor aos jovens a ideologia de gênero, a prática do homossexualismo e do sexo irresponsável. Para Dom Aguer, isto é uma clara manifestação de totalitarismo e índole neomarxista, cujo desejo é a destruição das família e do homem, sem nenhum respeito pelos valores mais caros à nação argentina. Deus seja louvada pelas suas palavras, Dom Aguer! Que seu exemplo inspire mais e mais Sucessores dos Apóstolos a lutarem contra a Revolução anticristã que se opõe ao Reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo.Quiçá os Bispos da CNBB, aos invés de comungarem com o marxismo, com as CEB's e com o Governo Lula, condenassem veementemente o totalitarismo neomarxista deste governo, o aborto e o gayzismo que cada vez mais estende seus tentáculos sobre nosso Brasil. Mas a preocupação primária para a CNBB é a reforma agrária, o MST e os quilombolas...
Oxalá seguissem o exemplo de Dom Hector Aguer, que se mostra valoroso Sucessor dos Apóstolos!
A notícia é de ACI Prensa. A tradução foi feita por mim.
Governo quer promover sexualidade sem responsabilidade em alunos argentinos
O Arcebispo de La Plata, Dom Héctor Aguer, denunciou que o Governo busca impor na educação argentina a ideologia do gênero, que promove a homossexualidade e uma sexualidade irresponsável, sem respeitar a liberdade de consciência de pais e alunos.
O Prelado se referiu ao documento intitulado “Material de formación de formadores en educación sexual y prevención del VIH/SIDA”, conhecido também como “Proyecto Conjunto País” e que conta com o apoio da UNAIDS e outros organismos.
Dom Aguer assinalou que este texto “é uma recompilação de escritos díspares” unificados ideologicamente, sem levar em conta a liberdade de consciência e sem relevar a variedade de posições que podem existir sobre educação sexual. “Por seu teor, parece outra imposição totalitária do Estado”, afirmou.
“A promoção do uso do preservativo é somente o aspecto mais superficial desta proposta [...]; o objetivo mais profundo é a ‘desconstrução’ de uma concepção da sexualidade de acordo com a ordem natural e a tradição cristã”, denunciou o Arcebispo.
Neste sentido, advertiu que o documento oficial promove um “enfoque de direitos” nas crianças e adolescentes a receberem uma educação sexual que não leva em conta o amor, a responsabilidade, “o matrimônio, a família como projeto de vida”.
“Se confessa explicitamente que a educação sexual exclui a formação nas virtudes, o apreço e o respeito dos valores essenciais que constituem a pessoa em sua autêntica perfeição. [...] Em suma, por educação sexual se entende a reivindicação do direito de fornicar o mais possível, e sem esquecer a camisinha”, denunciou.
Dom Aguer advertiu que este tipo de programa exclui a autoridade dos pais, assim como seus direitos e deveres que brotam do poder pátrio e que estão tutelados na Constituição e nas convenções internacionais.
O Arcebispo recordou que a ideologia de gênero apresenta a sexualidade “como uma construção histórica e sociocultural”, na qual “o ser homem e o ser mulher não surge de uma diferença biológica e muito menos se identifica com ela, mas procederia da evolução da cultura e seria, portanto, mutável”.
Neste sentido, se referiu ao artigo de Graciela Morgade, funcionária do Governo da Cidade de Buenos Aires. Este texto faz parte do material compilado e apresenta os argentinos como herdeiros “de uma tradição absolutista judaico-cristã, articulada desde o século XVIII com a tradicional família burguesa do capitalismo moderno”. O Prelado advertiu que “esta máscara serve para desqualificar toma moral sexual”.
A inspiração neomarxista, que recorda em certa medida o feminismo libertário de Shulamith Firestone, se mostra presente em vários dos elementos componentes da compilação de materiais. Neles se sublinha a interpretação da sexualidade segundo a dialética do poder”, afirma Dom Aguer.
O Arcebispo argentino assinalou que “se avista um perigoso avanço totalitário sobre a liberdade de consciência e sobre a liberdade de ensinar e aprender”, tanto em colégios privados quanto em estatais, “aos que não se pode impor sem injustiça manifesta uma concepção de homem contrário a suas convicções”.
“A tão falada neutralidade religiosa do Estado no âmbito educativo, o célebre laicismo escolar, não é compatível com a imposição dogmática construtivista e atéia que resulta de uma espécie de religião secular, alheia à tradição nacional e aos sentimentos cristãos da maioria de nosso povo”, expressou.