Enquanto Honduras está à beira do totalitarismo, lutando contra o verdadeiro golpe de Zelaya, no Brasil os Bispos se preocupam com as CEB's. Será aberto o 12º Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base no próximo dia 21 de Julho; o encontro irá até o dia 25.
O tema do encontro reflete a nova bandeira do comunismo na América Latina: "CEB's - Ecologia e Missão"; e o lema é: "Do ventre da Terra, o grito que vem da Amazônia". Tristes lembrança daquela perniciosa e marxistóide Campanha da Fraternidade sobre a Amazônia em 2007 e da papel do Padre Zezinho, SCJ, cantando diante do Papa Bento XVI em sua visita ao Brasil um hit ridículo sobre a Amazônia, ao olhar estarrecido de Sua Santidade.
Segundo informa Gaudium Press, quem abrirá o Encontro é o Arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, e o evento contará com a participação do prêmio Nobel da Paz, a guatemalteca Rigoberta Menchu, o arcebispo emérito da Paraíba, dom José Maria Pires, e a ex-ministra e atual senadora Marina Silva. O encontro debaterá a situação de indígenas e quilombolas - com certeza, a julgar pela influência da Teologia da Libertação nas CEB's, o debate versará sobre como fazer uma pólítica comunistizante, contraceptiva e de invasão de terra com eles, mas nada sobre evangelizá-los e praticar a verdadeira caridade cristã.
Após não poder mais levantar a bandeirola da foice e do martelo, o comunismo precisou encontrar outras bandeiras às quais agarrar-se: agarrou-se à bandeira dos sutiãs queimados das feministas; segurou firmemente a bandeira arco-íris dos gayzistas; e também põe a mão na bandeira verde dos ecologistas, que condenam o progresso econômica e buscam o igualitarismo a partir do pretexto de "defender a natureza" (quando a defesa da Criação é só uma desculpa sórdida para seus reais propósitos e nada tem a ver com o desenvolvimento sério sugerido pelos Pontífices, em especial, Bento XVI, na sua Caritas in Veritate).
E tudo isto, toda esta comunistização, é patrocinada no Brasil pelos Bispos brasileiros, impregnados de Teologia da Libertação (sobrando raríssimas exceções, que por dever de justiça, devemos relevar), unidos sob o signo da CNBB, que se apresenta como católica - quando na verdade deveria apresentar-se como "anti-católica". Os maiores inimigos da Igreja Católica no Brasil são justamente Suas Excelências, os Sucessores dos Apóstolos, que ao invés de levantarem seu báculo e empunharem a Cruz de Cristo, levantam a bandeira da Revolução e empunham a foice e o martelo.
Que a Virgem Aparecida, Padroeira do Brasil, interceda por esta miserável Terra de Santa Cruz.
O tema do encontro reflete a nova bandeira do comunismo na América Latina: "CEB's - Ecologia e Missão"; e o lema é: "Do ventre da Terra, o grito que vem da Amazônia". Tristes lembrança daquela perniciosa e marxistóide Campanha da Fraternidade sobre a Amazônia em 2007 e da papel do Padre Zezinho, SCJ, cantando diante do Papa Bento XVI em sua visita ao Brasil um hit ridículo sobre a Amazônia, ao olhar estarrecido de Sua Santidade.
Segundo informa Gaudium Press, quem abrirá o Encontro é o Arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, e o evento contará com a participação do prêmio Nobel da Paz, a guatemalteca Rigoberta Menchu, o arcebispo emérito da Paraíba, dom José Maria Pires, e a ex-ministra e atual senadora Marina Silva. O encontro debaterá a situação de indígenas e quilombolas - com certeza, a julgar pela influência da Teologia da Libertação nas CEB's, o debate versará sobre como fazer uma pólítica comunistizante, contraceptiva e de invasão de terra com eles, mas nada sobre evangelizá-los e praticar a verdadeira caridade cristã.
Após não poder mais levantar a bandeirola da foice e do martelo, o comunismo precisou encontrar outras bandeiras às quais agarrar-se: agarrou-se à bandeira dos sutiãs queimados das feministas; segurou firmemente a bandeira arco-íris dos gayzistas; e também põe a mão na bandeira verde dos ecologistas, que condenam o progresso econômica e buscam o igualitarismo a partir do pretexto de "defender a natureza" (quando a defesa da Criação é só uma desculpa sórdida para seus reais propósitos e nada tem a ver com o desenvolvimento sério sugerido pelos Pontífices, em especial, Bento XVI, na sua Caritas in Veritate).
E tudo isto, toda esta comunistização, é patrocinada no Brasil pelos Bispos brasileiros, impregnados de Teologia da Libertação (sobrando raríssimas exceções, que por dever de justiça, devemos relevar), unidos sob o signo da CNBB, que se apresenta como católica - quando na verdade deveria apresentar-se como "anti-católica". Os maiores inimigos da Igreja Católica no Brasil são justamente Suas Excelências, os Sucessores dos Apóstolos, que ao invés de levantarem seu báculo e empunharem a Cruz de Cristo, levantam a bandeira da Revolução e empunham a foice e o martelo.
Que a Virgem Aparecida, Padroeira do Brasil, interceda por esta miserável Terra de Santa Cruz.