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sábado, 1 de agosto de 2009

Curtas MORAL - Espanha e pílula. Mons. Fisichella e RU-486. Pais mexicanos inconformados.

- Governo da Espanha se contradiz sobre a pílula do dia seguinte. Em 2004, o Governo marxistóide da Espanha dissera que não sep odia deixar a distribuição da "pílula do dia seguinte" nas mãos dos farmacêuticos: "Estamos falando de medicamentos e é necessária a prescrição de um médico"; "[A pílula] tem efeitos adversos", afirmava, então. Agora, poucos anos depois, o Secretário Geral de Saúde, José Martínez Olmos, afirma ser permitido o acesso às pílulas abortivas em farmácias, e sem prescrição médica. A Asociación para la Defensa del Derecho a la Objeción de Conciencia (ANDOC) notou a incoerência do Governo e salienta que, do ano em que disse que as pílulas possuíam efeitos adversos para hoje, nada mudou em sua composição: ela continua um abortivo, e altamente perigoso para a mulher. mas, para marxistas defenderem a morte, vale tudo...

- Mons. Rino Fisichella condena a pílula do dia seguinte na Itália, onde as autoridades de saúde permitiram sua venda nos hospitais. O Presidente da Pontifícia Academia para a Vida condenou a banalização da vida e salientou que, melhor do que fornecer pílulas, é ensinar a mulher a valorizar a vida que carrega em sue ventre. "O embrião não é um amontoado de células nem uma 'coisa' como alguns querem defini-lo; é uma vida humana verdadeira e plena. Suprimi-la é uma responsabilidade que ninguém pode assumir sem conhecer as conseqüências"; "A Igreja não pdoe assistir de maneira passiva ao que se sucede na sociedade; está chamada a anunciar sempre a vida", asseverou.

- Pais mexicanos sem anifestam contra cartilha que promove sexo entre menores. Trata-se da nova Cartilha Nacional de Saúde da Secretaria de Saúde do México, que promove, entre outras coisas, o sexo livre, o uso de preservativos e a pílula do dia seguinte entre menores de 10 a 19 anos. Um absurdo deplorável. A Unión Nacional de Padres de Familia do México (UNPF), por meio de seu Presidente, Guillermo Bustamante Manilla, exigiu a retirada ou modificação da cartilha. Bustamante lamentou que o Governo esteja promovendo anti-valores e não tenha consultado os pais de família, a quem cabe primeiramente a educação dos filhos - ingerências próprias do Estado intervencionista dos comunistas, para quem tudo deve ser decidido pelo Estado e a autoridade das família suprimida.

sábado, 18 de julho de 2009

Itália vai propor à ONU resolução anti-aborto

Mais uma feliz notícia vinda das terras do Lácio. A Câmara de Deputados da Itália aprovou uma moção contra o aborto. O governo italiano agora pretende levar à ONU uma resolução condenando o aborto como meio de controle da natalidade - é sabido que a ONU reiteradas vezes tenta impor à comunidade internacional o aborto como meio de controle da natalidade, como fez no Egito, em 1994, na Conferência sobre a População e o Desenvolvimento, e na China, em 1995, na Conferência sobre a Mulher, momentos nos quais o Papa João Paulo II atuou ativamente contra feministas e abortistas. Esperemos que novas boas notícias venham da Itália e que o país possa fazer uma valorosa luta em defesa da vida das crianças e contra o aborto na arena da ONU.

A notícia abaixo é de Gaudium Press.

Câmara italiana aprova moções contra o aborto

Publicado 2009/07/17
Autor: Gaudium Press
Secção: Mundo

Roma (Sexta, 17-07-2009, Gaudium Press) A Câmara dos Deputados italiana aprovou integralmente nesta quarta-feira moções contra o aborto como instrumento de controle de nascimentos. Agora, o governo italiano se empenha em propor à Assembléia Geral da ONU uma resolução anti-abortista para "condenar o uso do aborto como instrumento de controle demográfico e de natalidade e afirmar o direito de toda mulher a não ser obrigada ou induzida a abortar, favorecendo políticas que ajudem a remover as causas econômicas e sociais do aborto."

A votação, que aconteceu ontem, teve 228 votos favoráveis. A moratória internacional do aborto obrigatório é uma iniciativa que partiu do presidente do partido UDC (União dos Democratas Cristãos e Democratas de Centro,), Rocco Buttiglione, que ontem disse que "o aborto é uma escolha obrigatória, contra as mulheres e as crianças. Países nos quais o aborto é obrigatório depois do primeiro filho são aproximadamente um quarto da humanidade". A coalizão governista formada pelos partidos Povo da Liberdade (PDL) e Liga Norte, também apoiaram a moratória.

"Todos concordamos que o aborto é de qualquer maneira um mal, mas nos dividimos sempre entre quem é pela vida e quem é pela livre escolha das mulheres. É hora de contrastar quem é contra a vida quem é contra a escolha", disse Buttiglione.

O Vaticano mostrou satisfação pela aprovação dos documentos, sendo que o presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz, cardeal Renato Raffaele Marino, disse que se trata de "um grande sim à vida e um grande passo na promoção do direito fundamental da vida".

"Espero que agora a moção siga adiante na ONU, onde poderá ganhar outros consensos", comentou Martino.