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terça-feira, 28 de julho de 2009

Perseguição na Espanha

E pensar na glória da antiga Espanha, tão católica, que levou a verddaeira Fé a tantas nações da América cujos habitantes jaziam na ignorância de Cristo e de Seu Evangelho. E pensar nos tantos santos que esta grande nação deu à Igreja, como a grande Santa Teresa D'Ávila, Santo Isidoro de Sevilha, São Francisco Xavier e São Francisco de Borja, Santo Inácio de Loyola, e tantos... tantos. E hoje, jaz a própria Espanha na ignorância em muitos de seus filhos, os filhos da Santa Madre Igreja são perseguidos e humilhados, num ódio anticristão estimulado por um socialismo que persiste em permanecer vivo e por seitas maçônicas que ocultamente tramam o mal e a destruição de nossa santa religião. Rezemos pela Espanha, caríssimos. Rezemos para que esta grande nação ibérica volte à glória da Santa Fé Católica. Rezemos para que ela não cuspa no prato que a alimentou. Rezemos pelos nossos irmãos, os católicos espanhóis, que estão sofrendo há tanto estas perseguições. Viva Cristo Rei!

A notícia é de Zenit.
Arquidiocese clama por liberdade ante ataques contra igrejas de BarcelonaPichações e cadeados em mais de vinte templos

Por Patrícia Navas

BARCELONA, segunda-feira, 27 de julho de 2009 (ZENIT.org).- O respeito e a defesa do exercício do direito à liberdade religiosa e de culto dos cidadãos é “um elemento integrante de uma sociedade autenticamente democrática”, destacou o arcebispo de Barcelona após os ataques de um grupo anarquista a cerca de vinte igrejas da cidade.

Um grupo anarquista realizou pichações ofensivas e ameaçadoras nas fachadas de vinte igrejas de diferentes bairros de Barcelona e colocou cadeados nas portas que impediam o acesso a algumas delas, na noite de sábado para domingo.

Como resposta, o arcebispo de Barcelona emitiu nesta segunda-feira um comunicado através do qual “lamenta profundamente estas atuações e manifesta que o direito à liberdade religiosa e de culto dos cidadãos é um direito fundamental reconhecido na Constituição espanhola”.

Um porta-voz da arquidiocese de Barcelona, Jordi Piqué, explicou a ZENIT que as ações vão além das pichações porque dificultaram a entrada em algumas igrejas, tentando impedir o culto, ou seja, o direito à liberdade religiosa.

Um grupo auto-denominado La Gallinaire reivindicou a autoria destas ações, perpetradas “para comemorar uma semana de luta popular que os padres batizaram como trágica”, indica o grupo em um comunicado.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Fundação vaticana critica Fifa por tentar proibir expressões religiosas

O Presidente da Fundação João Paulo II para o Desporto, Eddio Constantini, criticou severamente o Presidente da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA), Joseph Blatter, por tentar proibir as demonstrações religiosas no futebol, quando da oração feita pela seleção do Brasil ao concluir a Copa das Confederações.

Constantini explicou que "Blatter e a Federação de Futebol da Dinamarca se equivocam; é um erro destituir o esporte daqueles valores éticos que a fé cristã e a Igreja Católica defendem há séculos".

Estas afirmações foram feitas pelo dirigente em resposta às declarações de Blatter sobre a oração dos brasileiros, os quais, após a vitória sobre os Estados Unidos, se abraçaram para rezar e dar graças a Deus pela vitória na Copa das Confederações; o que também foi qualificado como um "perigo" pelo Presidente da Federação de Futebol da Dinamarca, que disse "não existir espaço para religião no futebol".

Ademais, Blatter prometeu que proibirá toda manifestação religiosa para a próxima Copa do Mundo, que se realizará na África do Sul em 2010.

Constantini afirmou em comunicado que não é a primeira vez que Blatter faz este tipo de "afirmação infeliz" e recordou o últimato aos mesmos brasileiros após uma comemoração similar depois de haverem conquistado a Copa do Mundo de 2002. "Sustento que justamente o progressivo esvaziamento de valores éticos e religiosos é o responsável pela degradação moral que sofre o futebol e o esporte em geral", precisou.

Para o dirigente italiano, "só uma revoluação a partir de baixo, capaz de formar atletas e homens completos, poderá restituir aos esporte o significado autêntico que a violência, o racismo e o dinheiro ameaçam retirar-lhe".

A Fundação João Paulo II para o Desporto foi criada em Julho de 2008. Tem como objetivos organizar um programa trienal de eventos nacionais e internacionais no campo esportivo, para promover os valores da pessoa humana, especialmente entre os jovens.

Naquela ocasião, Constantini explicou que "o nascimento da Fundação e o início de suas atividades coincidem e não por acaso com o Ano Paulino: São Paulo, em suas cartas, se referia com freqüência à vida do cristão como uma carreira esportiva que, ao fim, será premiada com uma coroa incorruptível".

Fonte: ACI Prensa.

Tradução: Taiguara Fernandes de Sousa.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Religiosas anglicanas decidem voltar à Roma

A notícia é do Blog americano Sub Tuum. As Irmãs dos Pobres do Convento de Todos os Santos, em Catonsville, Maryland (EUA), religiosas anglicanas, anunciaram sua intenção de retornarem à Fé Católica no próximo dia 03 de Setembro. A notícia não é uma surpresa. Segundo anuncia Sub Tuum, as irmãs já passavam por um discernimento a respeito há muito tempo. O fato já possui precedentes: antes das irmãs, o capelão residente, Rev. Canon Warren Tanghe, já anunciara seu retorno à comunhão com Roma; o capelão anterior também fizera o mesmo há 5 anos. A notícia informa ainda que duas das irmãs, incluindo a superiora, permanecerão anglicanas.

Torçamos e rezemos para que o retorno destas rleigiosas ao seio da Santa Madre Igreja seja um exemplo a ser seguido entre todos os anglicanos. Que a Virgem Santíssima, Mater Ecclesiae, interceda pelas irmãs que decidiram insistir no anglicanismo e por todos os membros desta comunhão, para que retornem à verdadeira fé.

O site das Irmãs dos Pobres do Convento de Todos os Santos está neste link.

domingo, 12 de julho de 2009

Voltam aulas de latim em Nova York, e jovens pedem Catolicismo tradicional

De Luzes de Esperança.

O diário “The New York Times” e a revista “U.S. News & World Report” reportaram uma bem avançada e surpreendente tendência nas escolas de nível médio e secundário americanas: ensino de Latim!


A tendência cresceu nas últimas duas décadas dentro da Igreja Católica, especialmente entre os jovens.

Um número grande deles se entusiasma lendo-o, ouvindo-o, cantando e participando em liturgias em Latim.

Trata-se de jovens padres e seminaristas, mas de leigos também. Grupos organizados aprofundam a prática do canto gregoriano ou o estudo da gramática latina.

O singular do caso é que no período pós-conciliar pareceu que a Igreja abandonaria a língua básica da cultura ocidental. De fato ela desapareceu dos seminários e do culto.

Mas as novas gerações querem ouvir falar da verdadeira fé católica, e um segmento importante dos jovens voltou-se para a Tradição do catolicismo, a Adoração Eucarística e o Canto Gregoriano, escreveu o site The Catholic Thing .


Junto veio a retomada de interesse pela língua oficial da Igreja, genuína transmissora do esplendor da fé Católica.

Hoje muitos jovens querem ler os Padres da Igreja de Ocidente, conhecer a Idade Média e o Magistério tradicional nos próprios originais.

O Latim dá unidade lingüística aos povos católicos em todos os continentes. Por tudo isso, ninguém o estuda e entende melhor que os jovens, acrescenta o site.

Muitos estudantes querem ter contato com uma tradição que é maior e mais sábia do que eles próprios, e que os convida, por isso mesmo, a aderir a seus ensinamentos teológicos, morais e sociais, explica The Catholic Thing.

Contrariamente à visão individualista segundo a qual a Igreja tem que se adaptar ao mundo moderno, estes jovens querem se adaptar à Igreja vendo n’Ela a pilastra por excelência da verdade e da sabedoria, acrescentou.

No início do século XX o Estado Maior do Império Alemão ficou alarmado pela diminuição das capacidades dos recrutas.

Após inquirições, verificou que os jovens não estudavam mais latim. Encaminhou então uma queixa ao Ministério de Educação. Este, por sua vez, revidou dizendo que o assunto não era de alçada do Exército, cuja missão era apenas fazer o soldado.

O Estado Maior respondeu: “dêem-nos o homem, e nós faremos o soldado”, como se o aprendizado do latim tornasse os seres humanos, ainda mais plenamente humanos.

De fato, os grandes talentos da Civilização ocidental ‒ inclusive anti-cristãos, como Hegel ou Marx ‒ desenvolveram plenamente seu espírito graças à influência insubstituível do latim.