Saiu no Fratres in Unum que o Arcebispo de Cagliari, Dom Giuseppe Mani, proibiu uma jornadad e estudos que se realizaria em sua Diocese sobre o Motu Proprio Summorum Pontificum. A jornada, destinada a padres e fiéis, tinha como objetivo estudar o sentido da Liturgia com base no Motu Proprio de Bento XVI, favorecer a Missa Tridentina entre padres e fiéis e estudar a melhor maneira de fazer coabitar esta Missa com a nova Missa, de Paulo VI.
Mas o Arcebispo proibiu.
Com que razão?
Ou com que autoridade?
Com que autoridade um Arcebispo proíbe que padres e fiéis se reúnam paar estudar um documento pontíficio sobre uma forma litúrgica que possui plena cidadania na Igreja?
Em nome de uma colegialidade modernisticamente deturpada, vários Bispos têm justificado os mais absurdos atos de tirania e autoritarismo. Igrejas verdadeiramente auto-céfalas, à moda cismático-ortodoxa, têm sido criadas, Igrejas onde seus Bispos simplesmente não obedecem ao Papa e até se opõem frontalmente a ele.
Esquecem-se de Santo Irineu, que ensina ser preciso que todas as Igrejas se conformem com a Igreja Romana.
Ademais, o próprio Concílio Vaticano II, cuja doutrina da colegialidade alguns Bispos evocam para se rebelar contra o Papa, afirmou com todas as letras:
Com que autoridade os Bispos do Brasil proíbem a Missa Tridentina em suas Dioceses, se o próprio Papa a liberou?
João Paulo II já falava, tempos atrás, que há um cisma silencioso na Igreja.
Não é mais o Patriarca de Constantinopla que se levanta e propõe uma Igreja auto-céfala: são vários Bispos que se rebelam contra o Sucessor de Pedro e Príncipe dos Apóstolos, fazendo se suas Igrejas comunidades auto-céfalas.
Mas o Arcebispo proibiu.
Com que razão?
Ou com que autoridade?
Com que autoridade um Arcebispo proíbe que padres e fiéis se reúnam paar estudar um documento pontíficio sobre uma forma litúrgica que possui plena cidadania na Igreja?
Em nome de uma colegialidade modernisticamente deturpada, vários Bispos têm justificado os mais absurdos atos de tirania e autoritarismo. Igrejas verdadeiramente auto-céfalas, à moda cismático-ortodoxa, têm sido criadas, Igrejas onde seus Bispos simplesmente não obedecem ao Papa e até se opõem frontalmente a ele.
Esquecem-se de Santo Irineu, que ensina ser preciso que todas as Igrejas se conformem com a Igreja Romana.
Ademais, o próprio Concílio Vaticano II, cuja doutrina da colegialidade alguns Bispos evocam para se rebelar contra o Papa, afirmou com todas as letras:
"[P]ara que o mesmo episcopado fosse uno e indiviso, colocou o bem-aventurado Pedro à frente dos outros Apóstolos e nele instituiu o princípio e fundamento perpétuo e visível da unidade de fé e comunhão . Este sagrado Concílio propõe de novo, para ser firmemente acreditada por todos os fiéis, esta doutrina sobre a instituição perpétua, alcance e natureza do sagrado primado do Pontífice romano e do seu magistério infalível..." (Const. Dogm. Lumen Gentium, n.18).Com que autoridade, pois, um Arcebispo proíbe uma jornada de estudos legítima sobre um documento pontifício?
Com que autoridade os Bispos do Brasil proíbem a Missa Tridentina em suas Dioceses, se o próprio Papa a liberou?
João Paulo II já falava, tempos atrás, que há um cisma silencioso na Igreja.
Não é mais o Patriarca de Constantinopla que se levanta e propõe uma Igreja auto-céfala: são vários Bispos que se rebelam contra o Sucessor de Pedro e Príncipe dos Apóstolos, fazendo se suas Igrejas comunidades auto-céfalas.






















