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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Curtas - CNBB e Toffoli. Ordenações Sacerdotais tridentinas. Igreja e Estado. Papa na República Tcheca. Novo livro do Papa.

- O Presidente da CNBB apóia a nomeação do Toffoli para Ministro do STF, dizendo que Toffoli "é católico. Realmente, Toffoli reúne "todas" as caracteríticas de um bom "católico à sua maneira" (aquela categoria de católicos que o Cardeal Hummes criou para definir o Presidente Lula): é petista, abortista e gayzista. Toffoli é... católico? Não sei até quando poderemos agüentar estas incoerências da CNBB. É triste dia após dia os católicos verem sua Conferência Episcopal pactuando com o Diabo... O Jorge Ferraz e o Rafael Vitola já comentaram.


- Belíssimas fotos de ordenações sacerdotais na Diocese de Frejus-Toulon segundo o usus antiquior foram publicadas no The New Liturgical Movement. É muito bom ver como alguns Bispos tem se esfoçado para seguir, não só o que está disposto pelo Papa, como também o seu desejo. E é desejo do Pontífice, como expresso no Motu Proprio e nos atos recentes da Cúria  e de Sua Santidade mesmo, a restauração da Missa Tridentina. Além da beleza das fotos, é bom saber que existem Bispos católicos ainda...


- O Pontifício Instituto Superior de Direito Canônico lança Simpósio Jurídico sobre as relações Igreja e Estado. "[O] Simpósio Jurídico enfatiza a relação diplomática entre Igreja e Estado, e vincula esta relação ao Pontificado de S.S. Bento XVI". "O conferencista, Revmo. Mons. Osvaldo Neves de Almeida, é oficial da Secretaria de Estado, que é o setor diplomático do Vaticano, e tem a função de tratar de toda a diplomacia , fazendo esta ligação entre a Igreja e todo o resto do mundo", diz o próprio site da Instituição. Sem dúvida um tema interessantíssimo, tanto pelo contexto atual, quanto pelo Magistério importantíssimo de Bento XVI nesse sentido.


- Terminou ontem a visita apostólica de Sua Santidade, o Papa Bento XVI, à República Tcheca. "[O] presidente [Vaclav] Klaus agradeceu ao Santo Padre por levar 'uma nova esperança' ao país, com a 'coragem ao exprimir posições que nem sempre são politicamente corretas e compartilhadas por todos'. O mandatário também agradeceu a 'mensagem convincente' e o 'convite à compreensão mútua, à tolerância, à paz, à importância da razão, da fé e dos princípios éticos'", noticia Gaudium Press. Os discursos do Papa Bento XVI em sua viagem podem ser conferidas aqui.


- O totalitarista Chávez apóia Dilma e Lula lamenta que ele não possa votar no Brasil. "À pergunta sobre o que achou da declaração de apoio, no sábado, do presidente venezuelano, Hugo Chávez, à sua virtual candidata a presidente, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, Lula respondeu: 'Chávez fez um gesto de gentileza. Só lamento que ele não tenha título de eleitor para ir votar na Dilma.' Ele negou que se trate de ingerência nos assuntos internos brasileiros", diz esta notícia do Estadão, ao fim. Impressionante é a coerência do Governo Lula: de um lado, critica o Governo interino de Honduras - legítimo, como escrevemos aqui e aqui -  e de outro, comunga com o totalitarista do Chávez - este, sim, totalitário - e até desejaria que ele pudesse vir votar na Dilma... É nas mãos deste tipo de pessoa que esteve o nosso país na última década. Oxalá não fique nas mãos da marionete dele, a Dilma!


- Papa afirma que lançará seu próximo livro ano que vem. Trata-se do segundo volume da obra "Jesus de Nazaré". O primeiro foi lançado em 2007, e tratou, entre outros temas, da apresentação do Jesus da Fé como, efetivamente, o Jesus histórico, sem oposições ou surrealidades; o livro anterior, de profunda teologia, falou também do Pai Nosso, das imagens do Evangelho de João, das afirmações cristológicas nos quatro Evangelhos, entre outros assuntos. Contemos os dias para o lançamento do próximo!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Curtas - Bento XVI e Reino Unido. Martírio no Sudão. Judeus e Pio XII.

- Papa Bento XVI visitará o Reino Unido em 2010, atendendo a convite do Primeiro-Ministro Gordon Brown, disse a BBC. A visita poderá coincidir com a beatificação do Cardeal Newman. Será a primeira visita de um Papa como chefe de Estado ao Reino Unido; João Paulo II visitou o país em 1982 numa viagem de caráter pastoral. Que frutos trará a visita do "Pio X do terceiro milênio" ao país do Anglicanismo?

- Massacre e martírio no Sudão, denuncia o Bispo de Tombura-Yambio, D. Eduardo Hiiboro Kussala. Várias pessoas têm sido seqüestradas e mortas em invasões a igrejas pelo Exército da Resistência do Senhor. Os corpos têm sido encontrados presos a árvores e mutilados, em macabras cenas de crucifixão. Dom Hiiboro pediu auxílio internacional para conter os terroristas assassinos, mas nenhuma autoridade veio em resposta. Interessante que, para execrar um Bispo que nega a amplitude do Holocausto judaico várias autoridades se mostram de prontidão; mas para interromper e denunciar o Holocausto cristão, que ocorre em tempo real na África, ninguém aparece... 20 mil pessoas caminharam descalças em Ezo e Nzara, no Sudão, em oração a Deus pelas almas dos martirizados e clamando auxílio em sua dor. Rezemos pelos nossos irmãos do Sudão.

- Presidente de Fundação judaica quer anunciar Pio XII como "Justo entre as Nações". Assim afirmou o judeu Gary Lewis Krupp, Fundador e Presidente da Pave the Way Foundation, ao fim de uma Audiência Pública com o Papa, na qual também presenteou sua Santidade com um livro de pesquisa histórica a respeito da grandiosidade de Pio XII e do seu magistral trabalho durante a Guerra, contra nazistas e fascistas. A campanha lançada por Krupp em prol de Pio XII pretende colocar seu nome no jardim dos justos de Yad Vashem, em Jerusalém. O gesto, explicou Krupp, é também de gratidão ao Santo Padre, Bento XVI, pelo seu trabalho de diálogo com os judeus.

sábado, 8 de agosto de 2009

Quatro Curtas - Bento XVI e o Santo Cura de Ars (I e IV). Melhoria da liturgia. Música e beleza.

- Bento XVI ressalta os valores do Santo Cura de Ars para os sacerdotes. São João Maria Vianney continua sendo um exemplo atemporal para o sacerdócio; não conquistava as pessoas com sentimentalismos efêmeros, ou adaptando-se a modismos, ou apresentando uma fé açucarada e melosa. Seu magnetismo residia na expressão constante da obediência a Deus e de sua amizade com Cristo. “Ele conseguiu tocar o coração das pessoas não com a força de seus talentos humanos, ou através de um louvável esforço da vontade; conquistou as almas, mesmo as mais resistentes, comunicando-lhes aquilo que vivia internamente, que era a sua amizade com Cristo”, disse o Papa. Bom exemplo para os padres showmasters destes nossos tristes tempos! O Papa ainda resslatou como o Cura de Ars via na celebração digna da Eucaristia e no atendimento das confissões a própria essência do sacerdócio. Outro aspecto que os "showmasters fathers" deveriam atentar. Afinal, dizem alguns que nem têm tempo para celebrar suas Missas diárias, quiçá para confessar!

- Quatro vertentes para a melhoria das celebrações litúrgicas, é o que nos traz o secretário da Comissão Episcopal da Liturgia da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa), Pe. Pedro Lourenço. “Estudar as orientações da Igreja; investir na formação sobre o sentido do canto na vida humana e como expressão de beleza; fazer com que as comunidades participem unanimemente; acentuar a dimensão solene”. Portanto: 1) obediência às normas litúrgicas, 2) cantos belos, 3) participação ativa (sem os abusos comumente verificados em nome dela) e 4) solenidade. Oxalá os liturgistas da CNBB tivessem tal sensatez! Antes acham bonito maracás e saudações a Tupã na Santa Missa.

- Papa releva o valor da música como caminho para Deus. "Bento XVI afirmou nesse domingo que a música permite sondar o Paraíso e vivenciar a beleza e o bem da criação", diz-nos a notícia de Zenit. Após um concerto que lhe foi oferecido em Castel Gandolfo, Sua Santidade disse que "hoje penso que pudemos transcorrer este momento como uma hora do Céu, observar e ouvir o Paraíso e a beleza incorruptível e a bondade da criação". E mais: apresenta o bom e o belo como formas de vencer o mal. Afinal, sendo Deus o Sumo Bem, o Sumo Belo e o Sumo Verdadeiro, nada mais certo do que experimentarmos a ele pela beleza - e aí entra a música. "Só podemos continuar a lutar contra o mal e as trevas se acreditarmos no bem; e podemos acreditar no bem sobretudo se o experimentarmos e vivermos como realidade. Nesta hora sondamos o bem e o belo com nosso coração", disse Bento XVI. É o que falta em nossas celebrações litúrgicas. No Brasil, a beleza foi execrada, relegada ao ostracismo e em seu lugar foram postos elementos estranhos à Liturgia, como as palmas e balbúrdias autenticamente neo-pentecostais. Por isso os católicos estão cansados, exaustos em nosso país; sem força para vencer o mal. E daí o poder que obtêm hoje me nossa nação os marxistas, os gayzistas, os abortistas, os modernistas, e tantos "istas". Restaurar a Igreja deste país, restaurar a nossa própria nação brasileira, fundada sobre valores cristãos, envolve restaurar a beleza da liturgia. Mas os liturgistas da CNBB acham que está tudo bem...

- O Santo Cura de Ars seja modelo no combate ao relativismo, é o desejo do Papa. Bento XVI esclareceu que há 150 anos, a França enfrentava uma verdadeira "ditadura do racionalismo", à qual São João Maria Vianney respondeu com a Verddae do Cristo. “Se naquele tempo havia a ‘ditadura do racionalismo’, hoje se registra em muitos ambientes uma espécie de ‘ditadura do relativismo’”, disse o Papa. E os desafios da nossa sociedade frente a isto não são menos exigentes. “[O relativismo] mortifica a razão, porque de fato chega a afirmar que o ser humano não pode conhecer nada com certeza além do campo científico positivo”, esclareceu o Papa. “Hoje, como então, o homem, mendicante de significado e completude, sai em contínua busca das respostas exaustivas às questões de fundo que não cessam de se colocar”, completou. A esta "sede de verdade" dos homens, os padres devem responder como fez o Santo Cura de Ars: usando o remédio infalível da Fé e da Verdade cristãs, manifestando seu amor e sua amizade pessoal com Cristo.

domingo, 26 de julho de 2009

Curtas MUNDO - Papa e ONU. Caritas in Veritate. Eleições em Portugal. CELAM e Honduras. Rússia.

- Sugestão de Bento XVI é acolhida pelo ONU, informa Zenit. No documento apresentado para a Assembléia Geral das Nações Unidas que se realizará esta semana, em Nova York, sobre a "responsabilidade de proteger", foi acolhido um trecho do Discurso do Papa Bento XVI quando de sua visita apostólica aos EUA. No discurso, o Papa ressaltava que " a responsabilidade de proteger é a base moral para o direito de um governo de exercer a autoridade" e também os princípios da soliedariedade e da subsidiariedade. Agora, a ONU meditará a palavra do Príncípe dos Apóstolos.

- Ministro italiano destaca valor da Caritas in Veritate, noticia ACI Prensa. O Ministro Giulio Tremonti, de Economia e Finanças da Itália, afirmou que a Encíclica papal é um "manual para a política e economia" deste novo século e que os líderes mundiais devem, como expressou o Papa, buscar promover o bem comum, e não só o progresso pelo progresso. Mais um grande reconhecimento para a Encíclica de Bento XVI. Que produza frutos!

- Eleitores questionam partidos portugueses sobre suas pretensões, informa Radio Vaticano. Entre as questões levantadas, estão a promoção dos direitos humanos, a proteção da Família, do Matrimônio entre homem e mulher e da vida me todas as suas etapas. Tomemos como exemplo para as eleições do próximo ano!

- Celam apóia o Cardeal Madariaga, de Honduras, noticia Zenit. “Queremos fazer chegar à sua eminência nossa saudação fraterna e sincera manifestação de solidariedade. Colocamos no altar do Senhor nossa oração por sua Eminência, pelos membros da Conferência Episcopal e por todo o povo hondurenho para que o Senhor da vida lhes dê sabedoria e valor necessário de tal forma que, utilizando os meios constitucionais, através de um diálogo sincero, se consolide a paz e a reconciliação desejada por todos”, diz a nota da Celam. A nota vem assinada, inclusive, por Dom Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo de Aparecida. A Celam se soma, assim, a tantas Conferências que se puseram ao lado da Igreja de Honduras contra o totalitário Zelaya: Venezuela, Bolívia, Uruguai, Equador... Só a CNBB insiste em permanecer do lado do totalitarista Zelaya, coligada com comunistas venezuelanos, os abortistas Obama e Lula e o ditador de Cuba.

- Rússia vai pôr ensino religioso nas escolas, informa ACI Prensa. Ainda que o ensino do credo católica não vigore já no projeto inicial do Presidente Dimitri Medvedev, é um grande avanço para um país que anos atrás possuía uma Secretaria oficialmente dedicada à promoção do ateísmo e sofria na mão dos comunistas soviéticos. Dom Paolo Pezzi, Arcebispo de Moscou, recebeu com alegria a notícia.

sábado, 18 de julho de 2009

Mais curtas - Visita aos Legionários. Anglicanos e Homossexualismo. Obama. São Camilo.

- A Visita Apostólica aos Legionários de Cristo irá demorar, afirma o Presidente da Conferência Episcopal Mexicana, D. Carlos Aguiar Retes. O Bispo salientou que a Santa Sé espera conhecer mais a vida interna desta Congregação e auxiliar-lhes a superar o momento difícil por que passam; ao fim da visita, observou o Bispo, a Santa Sé analisará o caso em "segredo pontifício". A notícia é de ACI Prensa.

- Anglicanos dos EUA, os episcopalianos, aprovam ordenação episcopal de homossexuais. É mesma comunidade que renegou o celibato clerical e permite a ordenação sacerdotal de homossexuais e mulheres. A aprovação se deu durante uma convenção geral em Anaheim, California, presidida pela "Bispa" Kathleen Jefferts Schori. A decisão agravará ainda mais a cisão entre os episcopalianos e os anglicanos tradicionais, bem como com a Igreja Católica. A notícia é novamente de ACI Prensa. As ordenações sacerdotais de homossexuais e mulheres e a "corda-bamba moral" em que se envolve a denominação anglicana é o principal motivo para o retorno cada vez mais crescente de anglicanos tradicionais à Igreja Católica. Quem quiser entender melhor a problemática, sugerimos o artigo de Pedro Ravazzano, publicado em Veritatis Splendor, "Igreja Anglicana: Católica, Via Média ou Protestante?"

- O Presidente Barack Obama nomeou uma médica católica como Cirugiã Geral dos EUA. Trata-se de Regina Benjamin, médica rural de Alabama. Não se conhece a postura da Dra. Benjamin sobre temas como o aborto e a defesa da vida, mas é significativo que em 2006 a média tenha recebido do Papa Bento XVI a medalha Pro Ecclesia et Pontifice (Pela Igreja e pelo Pontífice) por seu trabalho humanitário. O Vigário-Geral da Arquidiocese de Mobile, Mons. Michael L. Farmer, afirmou que a Dra. Benjamin é uma pessoa encantadora e notável. Os católicos norte-americanos esperam que agora a médica mantenha a coerência com os ensinamentos cristãos sobre o aborto e a vida humana no desempenho de sua função. Talvez o encontro de Obama com o Santo Padre já esteja surtindo efeito... A notícia é mais uma vez de ACI Prensa.

- Coração incorrupto de São Camilo de Lellis permanece até o dia 20 de Julho em Lima, Peru, onde está em comemoração ao terceiro centenário da presença dos Servos dos Enfermos no País. Faz três meses que a relíquia está no Peru, e desde então foi exposta e já visitou inúmeros hospitais. Hoje, 18 de Julho, foi celebrada uma Missa em honra de São Camilo na Basílica Catedral de Lima. São Camilo, após ser curado de uma ferida profunda e converter-se, dedicou sua vida ao serviço dos doentes e fundou uma congregação de padres cujo carisma é este mesmo serviço. Notícia de ACI Prensa (a última de hoje...).

Curtas - Saúde do Papa. Igreja e Rússia. Presidente da Itália.

- O Papa Bento XVI deixou o hospital e regressa a Les Combes. Conforme amplamente noticiado, o Papa fraturou o pulso num acidente durante o banho. Passou por uma cirurgia simples de pouco mais de 20 minutos e logo poderá voltar a escrever e tocar piano. Bento XVI já retornou à residência de férias em Les Combes. É a primeira vez que Bento XVI precisa ir ao hospital desde que eleito Papa - graças a Deus o Senhor protege a saúde deste santo homem de idade avançada, e que tanto bem tem feito à Igreja! Segundo o porta-voz oficial do Vaticano, o Padre Federico Lombardi, o Papa só lamenta não poder escrever, coisa que desejava bastante nestes dias de férias. A notícias são de ACI Prensa e de Radio Vaticano.


-
Relações entre a Igreja e a Rússia melhoraram, afirmou o Arcebispo de Moscou, Dom Paolo Pezzi. Como bem se sabe, à época da extinta - Deo gratias! - União Soviética os católicos eram perseguidos e não tinham direito algum no terriotório soviético. Hoje, passados quase 20 anos da queda da URSS, as melhoras nas relações Rússia-Igreja já podem ser vistas, diz o Arcebispo. Dom Paolo Pezzi espera o reconhecimento da comunidade católica a diferentes níveis pelo poder civil e a resolução das problemáticas envolvendo os lugares de culto. A notícia é de Zenit.

-
Presidente da Itália agradece ao Papa pela sua Encíclica Caritas in Veritate, agradecimento vindo de um antigo membro proeminente do Partido Comunista Italiano. O Presidente Giorgio Napolitano disse concordar com Bento XVI sobre a promoção do integral desenvolvimento humano e afirma que a mensagem do Papa é de especial relevância para uma sociedade afetada pela crise. A notícia é de Zenit.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Voltam a livrarias italianas obras católicas sobre tradicionalismo na Igreja

Publicado 2009/07/15
Autor: Gaudium Press
Secção: Mundo

Cidade do Vaticano (Quarta, 15-07-2009, Gaudium Press) A partir de amanhã, voltam às livrarias italianas duas importantes obras escrita pelo teólogo católico suíço Romano Amerio, "Iota unum" e "Stat veritas". Amerio, progressista que pregava por mudanças na Igreja, faleceu em 1997 aos 92 anos de idade.

De acordo com o vaticanista Sandro Magister, os livros têm especial relevância porque tratam de temas recorrentes na encíclica "Caritas in Veritate", recém-lançada pelo Papa Bento XVI.

Segundo o téologo Divo Barsoti, admirador e estudioso do trabalho de Amerio, ouvido por Magister, "Amerio diz que os maiores males presentes hoje no pensamento ocidental, inclusive no católico, se devem principalmente a uma desordem mental generalizada, pela qual a ‘caritas' é colocada na frente da ‘veritas', sem pensar que esta desordem coloca de forma bagunçada a correta concepção de que deveríamos ter da Santíssima Trindade".

De acordo com Magister, Amerio ve nessa "caridade sem verdade" a raiz de muitas "variações da Igreja Católica no século XX": "as variações que ele descreveu e submeteu a críticas no primeiro e mais importante dos volumes citados, "Iota unum", escrito entre 1935 e 1985; variações que o levaram a questionar se com isso a Igreja não estaria se tornando outra coisa".

Nessa obra, explica o vaticanista, Amerio analisa - "mas não julga" - os caminhos da Igreja de então, e pondera que sempre permanecerá uma continuidade com a Tradição - "ainda que dentro da Igreja ‘turbulências' levem a pensar o contrário", afirma Magister.

É por isso que o especialista vê uma ligação na obra do teólogo e no discurso de Bento XVI de 22 de dezembro de 2005 para a cúria romana, quando o Papa deu sua interpretação do Concílio Vaticano II e de sua relação com a tradição. Naquele discurso, Bento XVI comparou a "babel da Igreja contemporânea ao marasmo que no IV século seguiu-se ao Concílio de Nicea", descrito por São Basilio, à época, como ‘uma batalha naval na escuridão de uma tempestade'.

No posfácio da reedição de "Iota unum", Enrico Maria Radaelli, fiel discípulo de Amerio, diz que a situação atual é comparável ainda mais ao cisma do Ocidente, isto é, aos 40 anos entre os séculos XIV e XV que precederam o Concílio de Costanza, com a cristianidade sem caminho e sem uma segura ‘regra da fé', dividida entre dois ou três papas ao mesmo tempo.

"Em todo caso, reeditado hoje à distância dos anos, "Iota unum" se confirma como um livro não apenas extraordinariamente atual, mas construtivamente católico,e m harmonia com o magistério da Igreja", acredita Magister.

Sobre o segundo livro, "Stat veritas", publicado por Amerio em 1985, Magister afirma que a temática está em "linear continuidade com a do anterior". Ele diz que a obra "confronta a doutrina da Tradição católica com as "variações" que o autor aponta em dois textos do magistério de João Paulo II: a carta apostólica "Tertio millenio adveniente" de 10 de novembro de 1994 e o discurso no Collegium Leoninum de Paderborn em 24 de junho de 1996.

"O retorno às livrarias dos livros faz justiça seja ao autor, seja à censura que se jogou por tantos anos a ambas as obras", diz Magister. Apesar de "Iota unum" ter vendido mais de sete mil cópias na Itália e ter sido traduzido em francês, inglês, espanhoil, portugfuês, alemão e holandês - "atingindo dezenas de milhares de leitores em todo o mundo" - "para os órgãos católicos e as autoridades da Igreja era um tabu".

Magister finaliza afirmando que a "ruptura" da Igreja com esse tabu só ocorreu em 2009.

Fonte: Gaudium Press

Repórter é demitido na Itália após ironizar com o Papa

Como é bom ver uma mídia que não seja anticlerical e respeite os valores cristãos da população! No Brasil, o Papa é "feito de gato, sapato", assim como toda a Igreja - fazer o quê, se a CNBB emebebida de Teologia da Libertação é cúmplice e trata a todos os inimigos da Igreja com uma benevolência com a qual nem Cristo tratou os fariseus, uma benevolência que cheira a conivência. Na Itália, contudo, os católicos vão em cima, exigem reparação, correção, punição - coisas que os católicos brasileiros fazem pouco - e as TV's, cientes do papel desempenhado pela Fé Católica na sociedade, não deixam o assunto passar em branco. Aprendamos com os católicos italianos, e no próximo caso à la "Dom José e o aborto" ou "Bento XVI condena as camisinhas na África", não deixemos de revidar - os mulçumanos revidam, e por isso em Anjos e Demônios trocaram o assassino mulçumano por um europeu branco; mas não revidemos exageradamente como eles, usemos nossas armas: "a espada da Fé e o escudo da Palavra".

A notícia é de Gaudium Press.

Repórter vaticanista de canal italiano é afastado de função após ironizar o Papa

Publicado 2009/07/15
Autor: Gaudium Press
Secção: Mundo

Roma (Quarta, 15-07-2009, Gaudium Press) Roberto Balducci, repórter vaticanista da emissora de tv TG3, foi despedido ontem de seu cargo após provocar polêmica em setores da Igreja e da mídia com uma reportagem sobre o Papa.

Na matéria em questão, o jornalista comentava a viagem de férias de Bento XVI à região do Valle d'Aosta quando ironizou sobre os poucos fiéis que o seguiriam: "O Papa vai de férias onde o esperam dois gatos que vão arrancar o seu sorriso, pelo menos como os proverbiais quatro gatos, talvez um pouco mais, que, todavia, possuem o dom da paciência para escutar as suas palavras".

A reportagem foi ao ar na noite do último domingo, e já provocava enorme celeuma na manhã da segunda-feira. Os "quatro gatos" a que se refere Balducci seriam o equivalente à expressão em português "meia dúzia de gatos pingados".

O vice-presidente de supervisão da Radiotelevisão Italiana (RAI), dona do canal TG3, Giorgio Melo, falou em conduta "anticlerical" caracterizando a abordagem como "incomum e vulgar". Diversos impressos italianos noticiaram a cobertura e como esta foi recebida pela Santa Sé.

O diretor do canal, Antonio Di Bella, tentou apaziguar os ânimos anunciando que havia convocado Balducci para um "esclarecimento", e que este o garantiu que jamais tivera a intenção de "fazer ironia ou, pior ainda, ofender o Papa, assim como nunca o fiz antes".

Entretanto, ontem, o próprio Di Bella anunciou, por meio de um comunicado: "(...) a partir de hoje, o colega Roberto Balducci não cubrirá mais o Vaticano". O texto afirmava que a decisão tomada havia sido "difícil", porém "justa, em um assunto delicado e doloroso".
Antes de seu afastamento, Balducci edenreçou uma carta ao diretor do TG3 na qual reiterava seu "respeito pelo Vaticano" e manifestava seu pesar pelo mal-estar que suas palavras "possam ter causado".

Ao dar explicações sobre o sentido das frases utilizadas, o repórter afirmou que elas correspondiam a uma expressão literária, mas não detalhou qual. A Santa Sé negou ter pressionado pelo afastamento do jornalista.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Perseguição e morte no Iraque - Papa se solidariza

Os fundamentalistas islâmicos têm atacado inúmeras Igrejas no Iraque. No último atentado, seis igrejas foram atacadas em 24 horas, quase uma ofensiva sitematizada. Quatro pessoas morreram e 32 ficaram feridas. O Papa Bento XVI solidarizou-se com as vítimas e suas famílias, oferecendo suas orações pelos cristãos da região e pela conversão dos corações dos terroristas. O ocorrido não é, de maneira alguma, novidade. Séculos atrás, pelo mesmo motivo (ataques sangrentos e sistematizados aos cristãos) os católicos da Europa foram obrigados a se levantarem e empunharem espadas contra os mulçumanos, durante as Cruzadas. Hoje as Cruzadas são rechaçadas como guerras sanguinárias e gananciosas, quando nada mais foram que um movimento de defesa contra a ofensiva islâmica, cujos autores queriam obrigar os cristãos a abdicarem de sua Fé. E hoje? Quem defenderá os cristãos do Iraque? Obama se levantará pela "democracia" como fez - e não deveria ter feito - em Honduras? Lula torcerá para que a paz se restaure, como desejou - erroneamente - aos hondurenhos? E a ONU: exigirá respeito aos cristãos como exige aos judeus?

A notícia é de Radio Vaticano.

14/07/2009 14.10.18



A solidariedade do Papa aos cristãos do Iraque vitimas de atentados

(14/7/2009) Em menos de 24 horas, na capital do Iraque, Bagdade seis igrejas foram atacadas com explosivos. Quatro pessoas morreram e outras 32 ficaram feridas, de acordo com fontes do Ministério do Interior.
Um automóvel armadilhado explodiu á entrada de uma igreja na Rua Palestina, zona leste da cidade. Quatro civis morreram nesse atentado. No sábado, duas bombas foram colocadas dentro da igreja de Mar Yusef (São José), na zona oeste. Não havia fiéis no local, no momento das explosões. Pertencente à Igreja Caldeia , é uma das seis já atingidas em ataques coordenados contra templos cristãos em Bagdade e Mossul, em 2004.
Desde a invasão e ocupação do Iraque, em 2003, dezenas de igrejas e mesquitas sofreram atentados. Estima-se que a maioria dos 800 mil cristãos que viviam no Iraque tenha fugido do país, temendo ataques de extremistas islâmicos. Milhares estão refugiados na província de Nínive , no norte, ou na região autónoma do Curdistão. No ano passado, em Mossul, houve pelo menos 14 assassinatos e ameaças a cristãos. Quem não aceita converter –se ao Islamismo, sofre ameaças de morte.
Recentemente, as tropas norte-americanas retiraram – se dos grandes centros urbanos do Iraque, deixando a segurança a cargo das forças iraquianas.

Numa mensagem assinada pelo cardeal secretario de estado Tarcisio Bertone e enviada ao Patriarca de Babilónia dos Caldeus cardeal Emmanuel Delly, Bento XVI assegura a sua oração e a sua proximidade espiritual ás comunidades católica e ortodoxa da capital iraquiana. O Papa – lê-se na mensagem – reza pela conversão do coração dos autores da violência e encoraja as autoridades a envidarem todos os esforços no sentido de promover uma coexistência justa e pacifica de todos os sectores da população iraquiana.

domingo, 12 de julho de 2009

Esclarecimento da Congregação para Doutrina da Fé - Sobre o aborto provocado.

Recentemente foram recebidas pela Santa Sé diversas cartas, inclusive da parte de altas personalidades da vida política e eclesial, que informaram sobre a confusão criada em vários países, sobretudo na América Latina, após a manipulação e instrumentalização de um artigo de Sua Excelência Monsenhor Rino Fisichella, presidente da Pontifícia Academia para a Vida, sobre a triste história da “menina brasileira”.

Em tal artigo, publicado no “L’Osservatore Romano” de 15 de março de 2009, era proposta a doutrina da Igreja, também tendo em conta a situação dramática da supracitada menina, que – como se pôde notar mais tarde – foi acompanhada com toda sensibilidade pastoral, em particular pelo então Arcebispo de Olinda e Recife, Sua Excelência Monsenhor José Cardoso Sobrinho. A respeito, a Congregação para a Doutrina da Fé reitera que a doutrina da Igreja sobre o aborto provocado não mudou nem poderia mudar.

Tal doutrina foi exposta nos números 2270-2273 do Catecismo da Igreja Católica nestes termos:

“A vida humana deve ser respeitada e protegida, de modo absoluto, a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento da sua existência, devem ser reconhecidos a todo o ser humano os direitos da pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo o ser inocente à vida. «Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi: antes que saísses do seio da tua mãe, Eu te consagrei» (Jr 1, 5). «Vós conhecíeis já a minha alma e nada do meu ser Vos era oculto, quando secretamente era formado, modelado nas profundidades da terra» (Sl 139, 15). A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral: «Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido» (Didaché, 2, 2). «Deus [...], Senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis» (Concilio Vaticano II, Gaudium et spes, 51). A colaboração formal num aborto constitui falta grave. A Igreja pune com a pena canônica da excomunhão este delito contra a vida humana. «Quem procurar o aborto, seguindo-se o efeito («effectu secuto») incorre em excomunhão latae sententiae (Cic, can. 1398), isto é, «pelo fato mesmo de se cometer o delito» (Cic, can. 1314) e nas condições previstas pelo Direito (cfr. Cic, cann. 1323-1324). A Igreja não pretende, deste modo, restringir o campo da misericórdia. Simplesmente, manifesta a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao inocente que foi morto, aos seus pais e a toda a sociedade. O inalienável direito à vida, por parte de todo o indivíduo humano inocente, é um elemento constitutivo da sociedade civil e da sua legislação: «Os direitos inalienáveis da pessoa deverão ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política. Os direitos do homem não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, nem mesmo representam uma concessão da sociedade e do Estado. Pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa, em razão do ato criador que lhe deu origem. Entre estes direitos fundamentais deve aplicar-se o direito à vida e à integridade física de todo ser humano, desde a concepção até à morte»… «Desde o momento em que uma lei positiva priva determinada categoria de seres humanos da proteção que a legislação civil deve conceder-lhes, o Estado acaba por negar a igualdade de todos perante a lei. Quando o Estado não põe a sua força ao serviço dos direitos de todos os cidadãos, em particular dos mais fracos, encontram-se ameaçados os próprios fundamentos dum «Estado de direito» [...]. Como consequência do respeito e da protecção que devem ser garantidos ao nascituro, desde o momento da sua concepção, a lei deve prever sanções penais apropriadas para toda a violação deliberada dos seus direitos » ” (Congregazione per la Dottrina della Fede, Istruzione Donum vitae, III).

Na encíclica Evangelium Vitae, o Papa João Paulo II reafirmou esta doutrina com a autoridade de Supremo Pastor da Igreja: “com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus Sucessores, em comunhão com os Bispos — que de várias e repetidas formas condenaram o aborto e que, na consulta referida anteriormente, apesar de dispersos pelo mundo, afirmaram unânime consenso sobre esta doutrina — declaro que o aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente. Tal doutrina está fundada sobre a lei natural e sobre a Palavra de Deus escrita, é transmitida pela Tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário e universal.” (n. 62).

No que diz respeito ao aborto provocado em determinadas situações difíceis e complexas, vale o ensinamento claro e preciso do Papa João Paulo II: “É verdade que, muitas vezes, a opção de abortar reveste para a mãe um carácter dramático e doloroso: a decisão de se desfazer do fruto concebido não é tomada por razões puramente egoístas ou de comodidade, mas porque se quereriam salvaguardar alguns bens importantes como a própria saúde ou um nível de vida digno para os outros membros da família. Às vezes, teme-se para o nascituro condições de existência tais que levam a pensar que seria melhor para ele não nascer. Mas estas e outras razões semelhantes, por mais graves e dramáticas que sejam, nunca podem justificar a supressão deliberada de um ser humano inocente” (Encíclica Evangelium Vitae, n. 58)

Quanto à problemática de determinados tratamentos médicos a fim de preservar a saúde da mãe, é necessário distinguir bem entre dois casos diversos: de um lado, uma ação que diretamente provoca a morte do feto, por vezes impropriamente chamado aborto “terapêutico”, que não nunca pode ser lícito enquanto é o assassinato direto de um ser humano inocente; de outro lado uma intervenção em si não abortiva que pode ter, como consequência colateral, a morte do filho: “Se, por exemplo, a salvação da vida da futura mãe, independentemente de seu estado de gravidez, requerer urgentemente um ato cirúrgico ou outra aplicação terapêutica que teria como conseqüência acessória, de nenhum modo desejada nem intencionada, mas inevitável, a morte do feto, um tal ato não pode ser dito um direto atentado à vida inocente. Nestas condições, a operação pode ser considerada lícita, como outras intervenções médicas similares, sempre que se trata de um bem de alto valor, isto é, a vida, e não seja possível restituí-la após o nascimento da criança, nem para utilizar outro remédio eficaz “(Pio XII, Discorso al “Fronte della Famiglia” e all’Associazione Famiglie numerose, 27 novembre 1951).

Quanto à responsabilidade dos profissionais de saúde, é preciso lembrar as palavras do Papa João Paulo II: “A sua profissão pede-lhes que sejam guardiães e servidores da vida humana. No atual contexto cultural e social, em que a ciência e a arte médica correm o risco de extraviar-se da sua dimensão ética originária, podem ser às vezes fortemente tentados a transformarem-se em fautores de manipulação da vida, ou mesmo até em agentes de morte. Perante tal tentação, a sua responsabilidade é hoje muito maior e encontra a sua inspiração mais profunda e o apoio mais forte precisamente na intrínseca e imprescindível dimensão ética da profissão clínica, como já reconhecia o antigo e sempre atual juramento de Hipócrates, segundo o qual é pedido a cada médico que se comprometa no respeito absoluto da vida humana e da sua sacralidade (Encíclica Evangelium Vitae, n. 89)

(©L’Osservatore Romano – 11 de julho de 2009)

Fonte: Fratres in Unum

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Obama no confessionário - Papa Bento XVI ressalta compromisso com a vida

Conforme noticiávamos ontem, a visita do Presidente Barack Obama ao Papa Bento XVI deveria ter como tema principal, como é óbvio, a defesa da vida em todas as suas fases, da concepção ao seu declínio natural. Dito e feito! E bem feito! Bento XVI presenteou Obama com um exemplar de sua Encíclica Caritas in Veritate - importantíssima para que o Presidente reflita sobre a crise atual - e com um exemplar da Instrução Dignitas Personae da Congregação para a Doutrina da Fé, sobre questões de bioética, onde é reiterado o ensino da Igreja sobre aborto e manipulação de embriões. Que golpe de direita de Bento XVI no abortismo obamunista! Imagino o semblante do Obama quando recebeu aquele documento com subtítulo: "sobre questões de bioética", e o sorriso no rosto de Bento XVI ao entregar-lhe... Talvez esperasse uma grande queixa sobre o aborto, mas só uma queixa. Fontes informam que o Papa também abordou Obama sobre o direito à objeção de consciência, que tem sofrido ataques no novo governo americano.

Noticia a Radio Vaticano que
"de acordo com o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, no diálogo entre ambos, foram abordados temas de interesse mundial e convergentes, como a paz no Oriente Médio, e questões divergentes, como a gravidez indesejada".
E Zenit confirma:
"Desde que chegou à Casa Branca, Obama tomou decisões controvertidas sobre temas que afetam a vida humana, em particular ao levantar restrições que proibiam o financiamento federal da pesquisa com células-tronco embrionárias (que implica a eliminação de vidas humanas), assim como as restrições às subvenções públicas a favor das associações que promovem o aborto no estrangeiro. [...] O Pe. Federico Lombardi, SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, explicou aos microfones da Rádio Vaticano que o presente da instrução [Dignitas Personae] é 'muito significativo'. 'Nos Estados Unidos de hoje, existe um grande debate sobre os valores fundamentais da defesa da vida, e nisso a perspectiva da Igreja e a política do presidente Obama mostram diferenças, às vezes bastantes significativas', continuou explicando o porta-voz. [...] Nos encontros com o Papa e seus colaboradores foram analisadas, além disso, 'as perspectivas de paz no Oriente Médio, nas quais se registram convergências e outras situações regionais'. 'Revisaram alguns temas de maior atualidade, como o diálogo entre culturas e religiões, a crise econômico-financeira no âmbito global e suas implicações éticas; a segurança alimentar, a ajuda para o desenvolvimento, sobretudo na África e na América Latina, e o problema do tráfico de drogas', esclarece o comunicado [da Santa Sé]. 'Por último, sublinhou-se a importância da educação para a tolerância em cada país', revela a Santa Sé."
Afirma também Zenit que
"Bento XVI se fez porta-voz dos legítimos direitos dos cidadãos latino-americanos no encontro que manteve nesta sexta-feira com o presidente Barack Obama, no Vaticano. [...] O Papa também pediu o compromisso dos Estados Unidos na ajuda ao desenvolvimento dos países da América Latina, segundo informa o comunicado posterior à audiência publicado pela Sala de Informação do Vaticano".
Ao fim, segundo Radio Vaticano, desejos e orações:
"Ao se despedir de seus hóspedes, Bento XVI voltou-se para Obama, dizendo-lhe: 'Presidente, rezo pelo senhor!' O presidente norte-americano respondeu: 'Santidade, espero em um relacionamento muito forte entre os EUA e a Santa Sé!'"
Que Deus escute as orações do Pontífice e ajude Obama a encontrar a Verdade - pela Encíclica e pela Instrução.

Papa é proposto para o Prêmio Nobel de Economia

Com apenas poucos dias de luz, a Encíclica social de Bento XVI, Caritas in Veritate, já provoca efeitos grandiosos: o economista Ettore Gotti Tedeschi propôs Sua Santidade para o Prêmio Nobel de Economia. Segue a notícia:

Especialista propõe Bento XVI para Nobel da Economia

Sua encíclica denuncia os efeitos da queda da natalidade

ROMA, quinta-feira, 9 de julho de 2009 (ZENIT.org).- Em uma entrevista publicada pelo jornal italiano Corriere della Sera em 8 de julho, o economista Ettore Gotti Tedeschi, expoente dos maiores grupos bancários mundiais, indicou o Papa Bento XVI para o Nobel de Economia.

Segundo Gotti Tedeschi, o mérito do pontífice foi o de escrever claramente na encíclica Caritas in veritate que a crise econômica é filha da queda da natalidade.

Na entrevista, o banqueiro, que é também comentarista do jornal vaticano L’Osservatore Romano, explica que “o insuficiente crescimento econômico se deve à queda da natalidade nos países desenvolvidos (ainda que de modo diferente nos Estados Unidos e na Europa)”.

A queda dos nascimentos levou ao crescimento dos custos fixos, como os impostos, e a diminuição da economia e dos ativos financeiros, mas – afirma Gotti Tedeschi – “muitos analistas preferiram não aprofundar na causa ‘original’ da crise” porque “tocar no tema da natalidade é um tabu, é uma forma de negacionismo”.

“É um tema conotado como ‘moral’ – precisa o banqueiro –, e portanto não científico, quase estúpido, para fanáticos religiosos”.

Neste contexto, Gotti Tedeschi destaca que o Papa “foi o único que pôs em relação crise e queda da natalidade”, e precisamente por isto “merece o Nobel de Economia”.

Fonte: Zenit

Novas faculdades da Sagrada Congregação para o Clero

Antes do início do Ano Sacerdotal, o Santo Padre Bento XVI concedeu à Sagrada Congregação para o Clero faculdades especiais para inqüirir, processar e julgar sacerdotes que atentassem ao matrimônio ou que cometessem outros pecados graves contra o Sexto Mandamento (como atos de homossexualismo ou pedofilia). Bento XVI se cansou da ineficiência de vários Bispos em resolver o problema com firmeza e mão forte; o modo de agir excessivamente "pastoral" e pouco canônico (para usar a expressão de Dom Saburido, novo Arcebispo de Olinda e Recife, que disse planejar ser mais pastoral e menos canônico que seu antecessor, o valoroso Dom José) de alguns Sucessores dos Apóstolos tem dado azo a escândalos tremendos. A moleza e o desleixo com que estes Bispos tratam a formação nos Seminários e o julgamento de sacerdotes hereges é lamentável. Por isso o Papa, ciente de sua missão como Príncipe dos Apóstolos e Chefe da Igreja, tomou para si a tarefa de consertar as coisas. Todos se lembram daquela proibição da Santa Sé à entrada de candidatos com homossexualismo profundamente arraigado nos seminários. E agora Sua Santidade resolve conceder privilégios especiais à Sagrada Congregação para o Clero para punir sacerdotes "puladores de cerca". E isto quando estava para se iniciar o Ano Sacerdotal... Na seguinte entrevista, divulgada em Radio Vaticano, o Secretário da Congregação para o Clero, Dom Mauro Piacenza, explica as novas faculdades.

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Secretário da Congregação do Clero esclarece as faculdades concedidas pelo Papa

Recentemente, alguns meios de comunicação falaram de uma Carta da Congregação para o Clero, enviada aos Núncios para que a levassem ao conhecimento dos ordinários diocesanos sobre novas faculdades concedidas a esta Congregação no passado dia 30 de Janeiro. Não se trata de uma “revolução da disciplina eclesiástica para o clero”, como se chegou a dizer, mas simplesmente de directrizes que tomam em consideração algumas exigências pastorais particulares que os bispos enfrentam nas suas dioceses, no que diz respeito ao clero. A este propósito, o colega italiano Roberto Piermarini entrevistou o Secretário da Congregação para o Clero, D. Mauro Piacenza, que esclareceu melhor os factos:

… Non è una semplificazione delle procedure o una procedura semplificata, ma è uno strumento giuridico in continuità e coerenza con il diritto canonico vigente…


- Não é uma simplificação de procedimentos ou um processo simplificado. Trata-se de um instrumento jurídico em continuidade e em coerência com o direito canónico vigente. Não é, muito menos, um procedimento que se aplica automaticamente, mas sim que deve ser seguido só em alguns casos, bem determinados, conforme o prudente juízo da Sé Apostólica. De facto, permanecem imutáveis, intactos, os direitos e deveres dos Bispos no exercício da função judiciária. O Bispo deve vigiar sempre para que o presbítero seja fiel no cumprimento dos seus deveres ministeriais. O Bispo diocesano deve acompanhar os seus presbíteros com solicitude, t tutelando também os seus direitos. A grande maioria dos sacerdotes vive serenamente, na vida ordinária, a própria identidade e desempenha fielmente o próprio ministério. A Santa Sé intervém de forma subsidiária, em casos particulares, para reparar o escândalo, restabelecer a justiça e emendar o réu.

– Na prática, em que é que se traduzem essas “faculdades especiais”?
… Si deve purtroppo rilevare che talvolta si possono verificare situazioni anche di grave indisciplina da parte del clero, nelle quali i tentativi di superamento posti in atto non risultano efficaci e la situazione rischia...

- Note-se que, infelizmente, algumas vezes podem ocorrer situações de grave indisciplina por parte do clero, onde os meios adotados, que visam a sua superação, não sejam eficazes e, em tais situações, corre-se o risco de procrastinar-se excessivamente, com grave escândalo para os fiéis e dano ao bem comum. Com a intenção de promover a salus animarum, que é a suprema lei da Igreja, no dia 30 de Janeiro último, o Sumo Pontífice concedeu à Congregação para o Clero algumas faculdades especiais. Precedentemente, também foram concedidas faculdades especiais a outros Dicastérios da Cúria Romana.
Trata-se, antes de mais, da faculdade de tratar os casos de demissão do estado clerical “in poenam”, com a respectiva dispensa de todas as obrigações inerentes à ordenação, de clérigos que atentaram matrimônio mesmo só civilmente e que, admoestados, não se emendaram, persistindo em uma conduta irregular e escandalosa, e de clérigos que cometeram outros graves delitos contra o Sexto Mandamento do Decálogo. A especial faculdade de intervir para infligir uma justa pena ou uma penitência, nos casos de violação externa da lei divina e canônica. Em casos realmente excepcionais e urgentes, quando se configurar a falta de vontade de emenda por parte do réu, se poderá também infligir penas perpétuas, sem exclusão da demissão do estado clerical, quando circunstâncias particulares assim o exigirem.
(Naturalmente, todo e qualquer eventual caso deverá ser instruído através de um legítimo procedimento administrativo, ressalvado sempre o direito de defesa, que deve ser sempre garantido!)
E, finalmente, a faculdade especial de declarar a perda do estado clerical dos clérigos que abandonaram o ministério por um período superior a 5 anos consecutivos e que persistam em tal ausência voluntária e ilícita do ministério.
Nada feito de modo automático. Não há “automatismo” nos tempos, os casos são avaliados singularmente e sempre em situações graves. Que ninguém pense superficialmente em algum tipo de simplificação genérica em matéria tão delicada. Nada de “automatismo”, mas de crivo, e crivo rigoroso!
– Portanto, pode-se dizer que são faculdades que em última análise deverão ajudar os sacerdotes?
…Si è addivenuti alla concessione di queste facoltà nel vivo desiderio di contribuire ad onorare la missione e la figura dei sacerdoti che …


- Chegou-se à concessão de tais faculdades com o vivo desejo de contribuir para com o honrar a missão e a figura dos sacerdotes que, neste período difusamente marcado pela secularização, são agravados pela fatiga de ter que pensar e agir contracorrente, para a fidelidade à própria identidade e missão. Os sacerdotes agem in persona Christi Capitis et Pastoris. Em meio ao rebanho a eles confiado, os presbíteros são chamados a prolongar a presença de Cristo, fazendo-se seu reflexo. Eis porque é necessária, ou melhor, indispensável, a tensão verso a perfeição moral, que deve habitar em todo coração autenticamente sacerdotal, sem dar lugar a falsos “angelicalismos”, mas tendo em vista a estrutura antropológica humana. Tal estrutura, ferida pelo pecado original, exige a contínua ascese do sacerdote, na fidelidade às promessas feitas no dia da Ordenação e com profundo respeito pelos intangíveis direitos de Deus.
Tudo isto é particularmente importante também para compreender a motivação teológica do celibato sacerdotal, porque a vontade da Igreja a tal propósito, encontra a sua motivação última na ligação de especialíssima conveniência, entre o celibato e a Ordenação. Tal ato sacramental configura o sacerdote a Jesus Cristo, Cabeça e Esposo da Igreja. Por isso, a Igreja confirmou – no Concílio Vaticano II, repetidamente, no sucessivo Magistério Pontifício e nos Sínodos – a “firme vontade de manter a lei que exige o celibato livremente aceito e perpétuo para os candidatos a ordenação sacerdotal no rito latino”. O celibato sacerdotal é um dom que a Igreja recebeu e deseja guardar, convicta que é um bem para si mesma e para o mundo.

P4 – Em conclusão, o que é que se deseja aos sacerdotes?
L’auspicio di questa Congregazione è che ogni Vescovo si applichi sempre più con autentica paternità e carità pastorale a far sì che i propri più preziosi collaboratori, i sacerdoti…


R 4 - Esta Congregação espera que cada Bispo se empenhe, cada vez mais, com autêntica paternidade e caridade pastoral, para que os seus mais preciosos colaboradores saibam viver a disciplina eclesiástica como discipulado e possam viver a disciplina própria da vida sacerdotal com motivações interiores profundas, conscientes de que nada vale o afã do “fazer” quotidianamente, sem o “ser em Cristo”, tal como se atesta na experiência da Sua Divina Misericórdia.

Fonte: Radio Vaticano

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Bento XVI e os líderes mundiais

Na esteira do encontro dos líderes mundiais do G8, o grupo dos sete países mais desenvolvidos e a Rússia, que se dá hoje (quinta-feira, 09/07), com a presença de vários outros convidados, o Papa tem recebido em audiências particulares alguns líderes mundiais.

A grande expectativa é o encontro de Bento XVI com o Presidente dos EUA, Barack Obama, esta sexta-feira. Robert Gibbs, porta-voz de Obama, já anunciou que o Papa e o Presidente "vão falar com franqueza", inclusive sobre temas como aborto, uniões civis de homossexuais, a objeção de consciência, manipulação de embriões, entre outros - dos quais sabemos que Obama é o paladino do mal. Que sairá deste encontro, só o dia de amanhã nos mostrará!

Antes disto, na terça-feira (07/07) Bento XVI já recebera o primeiro-ministro do Japão, Taro Aso, que, para honra e glória de Deus, é o primeiro católico a ocupar este cargo em seu país. Aliás, o primeiro-ministro provém de família de antiqüíssima tradição católica, quiçá daquelas cujos primeiros representantes foram conquistados por São Francisco Xavier. É uma grande satisfação saber que, num país de 127 milhões de habitantes onde apenas 1 milhão é católico, o primeiro-ministro esteja entre este 1 milhão. E isto sem contar a influência que o Japão possui na Ásia e em todo o mundo, como uma das mais fortes economias mundiais. Quem sabe não provenham daí algumas benesses - ainda que mínimas - para os católicos da China...

Hoje (09/07), Bento XVI recebeu o primeiro-ministro da Austrália, Kevin Rudd, e o Presidente da Coréia do Sul, Lee Myung-bak (com o qual conversou sobre a Coréia do Norte). Sábado que vem receberá Stephen Harper, primeiro-ministro do Canadá. E ontem (quarta-feira, 08/07) recebeu esposas de vários líderes mundiais., conforme informações de Clipping Vaticano.

A solicitude de Bento XVI para com os problemas mundiais é visível. Em sua Encíclica Caritas in Veritate, o Papa deu um programa completo para a restauração do progresso mundial amparado na moral, na liberdade e na paz. Oxalá os líderes mundiais o escutem!

Oxalá tivessem escutado Bento XV, ao fim da 1ª Guerra Mundial, e assim tivessem evitado a Segunda! Oxalá tivessem escutado Pio XII ao fi mda 2ª, e tivessem evitado grande parte dos problemas enfrentados durante a Guerra Fria! Oxalá tivessem escutado João XXIII, Paulo VI e João Paulo II em suas várias Encíclicas sociais, e assim contornado com masteria os problemas mundiais...

Não escutaram.

Oxalá escutem agora Bento XVI, em sua Caritas in Veritate, e restaurem a economia e o progresso mundial com ordem e moralidade.

Bento XVI decide reestruturar Pontifícia Comissão Ecclesia Dei

Os boatos antigos se confirmaram. Desde a publicação do Motu Proprio Summorum Pontificum e, mais tarde, do levantamento das excomunhões dos quatro Bispos da Fraternidade São Pio X (FSSPX) espalharam-se historietas a partir do Vaticano de que o Papa pretendia reestruturar a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei.

Quando da publicação do Motu Proprio, dizia-se que a Ecclesia Dei seria unida à Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, visando a favorecer o retorno à toda a Igreja da Missa Tridentina. Hoje, com uma composição homogênea como possui a Congregação dedicada à Liturgia, com um Cardeal Prefeito (o Cañizares) e Secretários abertamente a favor da Missa Tridentina e da "reforma da reforma", isso não se faz mais necessário.

Restou, pois, a idéia que a Ecclesia Dei viesse se situar no campo da Congregação para a Doutrina da Fé. Os boatos se intensificaram quando do levantamento das excomunhões dos quatro Bispos da FSSPX e da intenção do Santo Padre de iniciar com estes - e para toda a Igreja - um diálogo sobre os pontos mais espinhosos do Concílio Vaticano II: a colegialidade, a liberdade religiosa, o ecumenismo, a reforma da liturgia, etc.

Ontem, 08 de Julho, veio à lume o novo Motu Proprio de Sua Santidade, confirmando as expectativas. O Motu Proprio Ecclesiae Unitatem reestrutura a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei. A partir de agora, o Presidente da Comissão será o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, atualmente o Cardeal William Joseph Levada. Foi elevado ao cargo de Secretário da Comissão Dom Guido Pozzo, até então Secretário anexo da Comissão Teológica Internacional e ajudante de estudo na Congregação para a Doutrina da Fé. A tarefa principal a Ecclesia Dei agora será a discussão teológica das principais questões sobre o Concílio Vaticano II - e a resposta a elas.

E o Papa investiu em seu propósito. Colocou na linha de frente do debate sobre o Vaticano II Teólogos do patamar do Cardeal Levada e de Dom Guido Pozzo.

Quem sabe o que virá de agora em diante! Talvez um documento com a estrutura do Syllabus, com esclarecimentos pontuais sobre esta ou aquela questão. Ou como a Declaração Dominus Iesus, detalhadíssima em suas conclusões, quase sem deixar brecha alguma para ressalvas.

Mas resultados, virão, sem dúvida.

E em favor da hermenêutica da continuidade, da unidade da Igreja e da verdadeira aplicação do Concílio Vaticano II, à luz da Tradição.