quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Curtas - CNBB e Toffoli. Ordenações Sacerdotais tridentinas. Igreja e Estado. Papa na República Tcheca. Novo livro do Papa.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Curtas - Bento XVI e Reino Unido. Martírio no Sudão. Judeus e Pio XII.
- Massacre e martírio no Sudão, denuncia o Bispo de Tombura-Yambio, D. Eduardo Hiiboro Kussala. Várias pessoas têm sido seqüestradas e mortas em invasões a igrejas pelo Exército da Resistência do Senhor. Os corpos têm sido encontrados presos a árvores e mutilados, em macabras cenas de crucifixão. Dom Hiiboro pediu auxílio internacional para conter os terroristas assassinos, mas nenhuma autoridade veio em resposta. Interessante que, para execrar um Bispo que nega a amplitude do Holocausto judaico várias autoridades se mostram de prontidão; mas para interromper e denunciar o Holocausto cristão, que ocorre em tempo real na África, ninguém aparece... 20 mil pessoas caminharam descalças em Ezo e Nzara, no Sudão, em oração a Deus pelas almas dos martirizados e clamando auxílio em sua dor. Rezemos pelos nossos irmãos do Sudão.
- Presidente de Fundação judaica quer anunciar Pio XII como "Justo entre as Nações". Assim afirmou o judeu Gary Lewis Krupp, Fundador e Presidente da Pave the Way Foundation, ao fim de uma Audiência Pública com o Papa, na qual também presenteou sua Santidade com um livro de pesquisa histórica a respeito da grandiosidade de Pio XII e do seu magistral trabalho durante a Guerra, contra nazistas e fascistas. A campanha lançada por Krupp em prol de Pio XII pretende colocar seu nome no jardim dos justos de Yad Vashem, em Jerusalém. O gesto, explicou Krupp, é também de gratidão ao Santo Padre, Bento XVI, pelo seu trabalho de diálogo com os judeus.
domingo, 6 de setembro de 2009
Vida e Morte de Ir. Sorriso
Por Sem. Diego Ferracini
Jeanne Paule-Marie, nasceu em 17 de outubro, de 1933, na Bélgica. Entrou para as monjas dominicanas no ano de 1959, ficou conhecida mundialmente por uma de suas músicas, “Dominique”, sendo interpretada nas mais diversas línguas. Soeur Luc-Dominique (seu nome religioso) ficou popular em capas de revistas e canais de televisão, era o ano de 1963.
O codinome e a imagem de Soeur Sourire encantaram o mundo pela inocência e simplicidade demonstrada. Aquele violão e sua voz atingiram campos jamais desbravados por uma monja dominicana, mas o caminho de Soeur Sourire logo mostrou-se trágico e, até mesmo, tenebroso.
O seu grande sucesso, uma homenagem ao fundador da Ordem Dominicana, atingiu pessoas das mais diversas idades e culturas. Qual a surpresa ao ver na televisão aquela religiosa com um sorriso no rosto cercada por algumas outras irmãs fazendo coro, cantando as virtudes de São Domingos para pessoas que nem mesmo o Cristo conheciam.
A “monja cantora” ficou semanas em primeiro lugar na Billbord Magazine. Após o grande sucesso retomou aos estudos na Universidade Católica de Louvain, onde, em 1966, após uma crise vocacional, “descobriu” ser o convento e a vida religiosa anacrônicos ao mundo moderno, desistindo da vida religiosa, pedindo a exclaustração.
Em 1967, ainda com o nome de religiosa com o qual fez carreira, lançou músicas fazendo apologias aos contraceptivos. Motivada, segundo ela própria, pelo Vaticano II, tentou encontrar novas formas de “igreja”; rebelou-se contra o “machismo opressor”, contra a Igreja Católica e seus “conservadores” terminando, assim, por assumir a sua homossexualidade.
Sua vida conturbada é ladeada por graves crises financeiras. Em u
ma tentativa desesperada lançou em 1982 o seu antigo sucesso “Dominique” em uma versão disco, corrente na época. As autoridades fiscais belgas perseguiam Jeanne que não possuia mais como sobreviver diante das dívidas que contraiu e, em uma última cartada, pediu ajuda da antiga congregação da qual fez parte. As religiosas ajudaram de imediato somente com a condição de que Jeanne não acusasse mais publicamente a congregação de seus desastres.
No dia 29 de março de 1985, Jeanne Paule-Marie cometeu suicídio com sua companheira Annie Pécher, após um período intenso sobre efeito de álcool e entorpecentes.
A história de Jeanne (Soeur Sourire) é um exemplo claro e triste, de como a vida religiosa aliada inadequadamente a atividades que não lhe são característica
s pode ser prejudicada e terminar de forma trágica. Quantos não sentiram-se chamados à vida religiosa vendo a alegria de Soeur Sourire cantando e ainda assim sendo religiosa? Os estágios do declínio de Jeanne são perceptíveis, passam do abandono da vida religiosa ao mais extremo desespero humano. Alguns podem alegar que a mudança radical da dominicana foi fruto do “aggiornamento” conciliar, mas não vejo sentido em alegar que arrancar o hábito, defender o aborto, o vício e a pederastia seja viver santamente a fé cristã no mundo moderno.
Pelas fotos percebemos aquilo que, na história da religiosa, é muito nítido; a transformação ocorrida quando da retirada do hábito. A veste dominicana representava a identidade própria de Ir. Sorriso, aquilo que acreditava, seguia e se fiava. Servia como uma verdadeira identidade. Interessante que, quanto a isso, o hábito não serve apenas como testemunho para o próximo, mas também como um constante aviso a quem usa acerca da missão e incumbência recebida quando da vestimenta do traje religioso. Que o hábito não faz o monge, é um tanto óbvio, mas ele lembra ao monge quem ele é!
Seria a Soeur Sourire uma infeliz moça presa em um hábito medieval e cercada por outras mais infelizes religiosas? Sabemos que os casos de suicídio e exclaustração na época imediatamente pós-conciliar são grandes e sérios. O que a motivou nesta derrocada? Um desejo, como ela afirma, de encontrar uma nova “igreja”? Onde ela enterrou aquela singela monja cantora?
A crise pós-conciliar foi sofrida e relatada por muitos religiosos e religiosas que ainda estão entre nós. Se tais exemplos que estavam embebidos de uma mentalidade religiosa profunda sofreram, imaginemos Jeanne que estava cercada pelo mais puro pensamento profano (no sentido tétrico da palavra) e que sem querer abandonou o convento para jogar-se nos braços do mundo que a acolheu e lançou pela estrada da fama.
A glória de Nosso Senhor Jesus Cristo deve ser o fim último da vida religiosa, todas as demais atividades surgem como meios para atingir tal nobre e santificante fim. Deveríamos nos perguntar em qual momento Jeanne esqueceu a Cristo e passou a olhar para si própria, e olhando para si descobriu as mais tristes realidades humanas e, sem o apoio da Santa Igreja e de sua comunidade, caiu no profundo abismo presente no coração humano, sem Deus.
O suicídio, para um religioso, é a negação completa de sua identidade! Aquela que dedicou sua vida plenamente ao Senhor Ressuscitado entrega-se aos vícios e termina com a própria vida nos braços de sua amante. Soeur Sourire é um exemplo real aos atuais padres cantores que pipocam pelos canais de televisão, que já deixaram o hábito talar (lembremos que foi uma das primeiras atitudes de Soeur Sourire) e agora até mesmo o ministério sacerdotal que lhes foi conferido é colocado em segundo plano.
A vida religiosa de Jeanne atrelou-se de forma negativa ao seu sucesso e à sua carreira; quando uma terminou a outra acabou por consequência. Estimados padres, quando vossas músicas deixarem as paradas de sucesso, onde colocarão as vossas estolas?
Ou Jeanne jamais teve vocação ou no final de sua vida a atitude de assumir uma homossexualidade não foi fruto, isto sim, de uma imposição cultural e até mesmo midiática? Que bonito seria para os jornais e revistas estampar a nova forma da “igreja” na ex-freira lésbica. A negação total de valores cristãos e o “assumir” de uma postura completamente estranha à sua antiga vida. De fato, Jeanne se tornou numa mártir do modernismo, afinal a sua morte foi paga com o alto preço da crise da civilização ocidental. Que a sua vida seja exemplo do triste fim daqueles que abraçam com vigor os males do mundo atual, dando as mãos para os inimigos da fé que apenas incitam o pecado e a destruição da Igreja de Cristo.
sábado, 22 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Colegialidade é tirania?
Mas o Arcebispo proibiu.
Com que razão?
Ou com que autoridade?
Com que autoridade um Arcebispo proíbe que padres e fiéis se reúnam paar estudar um documento pontíficio sobre uma forma litúrgica que possui plena cidadania na Igreja?
Em nome de uma colegialidade modernisticamente deturpada, vários Bispos têm justificado os mais absurdos atos de tirania e autoritarismo. Igrejas verdadeiramente auto-céfalas, à moda cismático-ortodoxa, têm sido criadas, Igrejas onde seus Bispos simplesmente não obedecem ao Papa e até se opõem frontalmente a ele.
Esquecem-se de Santo Irineu, que ensina ser preciso que todas as Igrejas se conformem com a Igreja Romana.
Ademais, o próprio Concílio Vaticano II, cuja doutrina da colegialidade alguns Bispos evocam para se rebelar contra o Papa, afirmou com todas as letras:
"[P]ara que o mesmo episcopado fosse uno e indiviso, colocou o bem-aventurado Pedro à frente dos outros Apóstolos e nele instituiu o princípio e fundamento perpétuo e visível da unidade de fé e comunhão . Este sagrado Concílio propõe de novo, para ser firmemente acreditada por todos os fiéis, esta doutrina sobre a instituição perpétua, alcance e natureza do sagrado primado do Pontífice romano e do seu magistério infalível..." (Const. Dogm. Lumen Gentium, n.18).Com que autoridade, pois, um Arcebispo proíbe uma jornada de estudos legítima sobre um documento pontifício?
Com que autoridade os Bispos do Brasil proíbem a Missa Tridentina em suas Dioceses, se o próprio Papa a liberou?
João Paulo II já falava, tempos atrás, que há um cisma silencioso na Igreja.
Não é mais o Patriarca de Constantinopla que se levanta e propõe uma Igreja auto-céfala: são vários Bispos que se rebelam contra o Sucessor de Pedro e Príncipe dos Apóstolos, fazendo se suas Igrejas comunidades auto-céfalas.
sábado, 8 de agosto de 2009
Quatro Curtas - Bento XVI e o Santo Cura de Ars (I e IV). Melhoria da liturgia. Música e beleza.
- Quatro vertentes para a melhoria das celebrações litúrgicas, é o que nos traz o secretário da Comissão Episcopal da Liturgia da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa), Pe. Pedro Lourenço. “Estudar as orientações da Igreja; investir na formação sobre o sentido do canto na vida humana e como expressão de beleza; fazer com que as comunidades participem unanimemente; acentuar a dimensão solene”. Portanto: 1) obediência às normas litúrgicas, 2) cantos belos, 3) participação ativa (sem os abusos comumente verificados em nome dela) e 4) solenidade. Oxalá os liturgistas da CNBB tivessem tal sensatez! Antes acham bonito maracás e saudações a Tupã na Santa Missa.
- Papa releva o valor da música como caminho para Deus. "Bento XVI afirmou nesse domingo que a música permite sondar o Paraíso e vivenciar a beleza e o bem da criação", diz-nos a notícia de Zenit. Após um concerto que lhe foi oferecido em Castel Gandolfo, Sua Santidade disse que "hoje penso que pudemos transcorrer este momento como uma hora do Céu, observar e ouvir o Paraíso e a beleza incorruptível e a bondade da criação". E mais: apresenta o bom e o belo como formas de vencer o mal. Afinal, sendo Deus o Sumo Bem, o Sumo Belo e o Sumo Verdadeiro, nada mais certo do que experimentarmos a ele pela beleza - e aí entra a música. "Só podemos continuar a lutar contra o mal e as trevas se acreditarmos no bem; e podemos acreditar no bem sobretudo se o experimentarmos e vivermos como realidade. Nesta hora sondamos o bem e o belo com nosso coração", disse Bento XVI. É o que falta em nossas celebrações litúrgicas. No Brasil, a beleza foi execrada, relegada ao ostracismo e em seu lugar foram postos elementos estranhos à Liturgia, como as palmas e balbúrdias autenticamente neo-pentecostais. Por isso os católicos estão cansados, exaustos em nosso país; sem força para vencer o mal. E daí o poder que obtêm hoje me nossa nação os marxistas, os gayzistas, os abortistas, os modernistas, e tantos "istas". Restaurar a Igreja deste país, restaurar a nossa própria nação brasileira, fundada sobre valores cristãos, envolve restaurar a beleza da liturgia. Mas os liturgistas da CNBB acham que está tudo bem...
- O Santo Cura de Ars seja modelo no combate ao relativismo, é o desejo do Papa. Bento XVI esclareceu que há 150 anos, a França enfrentava uma verdadeira "ditadura do racionalismo", à qual São João Maria Vianney respondeu com a Verddae do Cristo. “Se naquele tempo havia a ‘ditadura do racionalismo’, hoje se registra em muitos ambientes uma espécie de ‘ditadura do relativismo’”, disse o Papa. E os desafios da nossa sociedade frente a isto não são menos exigentes. “[O relativismo] mortifica a razão, porque de fato chega a afirmar que o ser humano não pode conhecer nada com certeza além do campo científico positivo”, esclareceu o Papa. “Hoje, como então, o homem, mendicante de significado e completude, sai em contínua busca das respostas exaustivas às questões de fundo que não cessam de se colocar”, completou. A esta "sede de verdade" dos homens, os padres devem responder como fez o Santo Cura de Ars: usando o remédio infalível da Fé e da Verdade cristãs, manifestando seu amor e sua amizade pessoal com Cristo.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Novo Livro: "O 21º Concílio - Reflexões sobre o Concílio Vaticano II", de Taiguara Fernandes

Caríssimos leitores do Blog Direto da Sacristia,
Publiquei ontem pelo Clube de Autores o meu livro: “O 21º Concílio - Reflexões sobre o Concílio Vaticano II“. O livro é fruto de anos de trabalho e estudo em defesa do Concílio Vaticano II, amadurecido ao longo de nossa atuação no Apostolado Veritatis Splendor, buscando uma correta “hermenêutica da continuidade”, desejada pelo nosso amado Papa Bento XVI (Discurso à Cúria Romana de 22 de dezembro de 2005).
A obra trata de temas polêmicos, como a liberdade religiosa, o ecumenismo, a eclesiologia do Vaticano II, o modernismo. A todas estas questões espinhosas intenta responder amparado no Magistério da Igreja, “norma próxima de universal da verdade” (SS. Papa Pio XII), tencionando uma leitura do Concílio Vaticano II à luz da perene Tradição da Igreja.
O Concílio Vaticano II não deve ser visto como uma ruptura, como um racha na Igreja, uma estaca zero para um novo começo. Ao contrário, ele deve ser observado como o 21º de uma linha contínua de Concílios, deve ser inserido no contexto de toda a Tradição bimilenar da Igreja. Separá-lo desta Tradição é desvirtuá-lo de seu real sentido. Os Pontífices, desde o término do Vaticano II, vêm nos indicando a correta hermenêutica deste Concílio, uma hermenêutica de continuidade na inteira Tradição da Igreja.
Ao mesmo tempo em que procura fazer uma leitura do Vaticano II amparada no Magistério da Igreja e na completa Tradição, este livro não se furta a um debate de tipo apologético, denunciando as incoerências das correntes de oposição ao Concílio em questão, motivo pelo qual não só é indicando a quem queira ter uma visão geral da problemática, como se constitui também em um verdadeiro manual de apologética.
"O 21º Concílio - Reflexões sobre o Concílio Vaticano II" teve a honra de ser avaliado e abençoado por Sua Excelência Reverendíssima, Dom Fernando Arêas Rifan, Administrador Apostólico da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney. Dom Fernando presenteou a obra com uma Introdução redigida de seu próprio punho. Seu nome - conhecido de todos quanto lutam pela Tradição e pela “hermenêutica da continuidade” - é uma coroa para nosso livro.
Espero que, quantos leiam esta obra, gostem e possam retirar frutos de suas páginas.
O livro pode ser adquirido neste link, ao preço de R$ 38,00.
Quem queira ler uma resenha mais detalhada e passar à vista o sumário do livro, com todos os temas que contempla, poderá visitar o que publiquei no Blog En Garde!
Convido também a entrarem na comunidade do livro no Orkut, para debate de suas idéias, críticas e troca de informações.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Beato Augusto Czartoryski
Nasceu em Paris (França), a 2 de Agosto de 1858. De linhagem nobre, filho do Príncipe Ladislau e da Princesa Maria Amparo (filha da Rainha da Espanha Maria Cristina), do exílio francês procurava restabelecer a unidade da sua pátria polaca, mas os desígnios de Deus para ele eram outros. De saúde sempre frágil, depressa compreendeu que não tinha nascido para a vida abastada da corte. Um momento decisivo foi o seu encontro com Dom Bosco, em quem identificou o pai da sua alma e o juiz do seu porvir. No jovem Augusto a vocação à vida religiosa esclarecia-se cada vez mais, e o Santo educador passou a ser um ponto de referência no seu discernimento vocacional.
Assim, renunciando a todos os seus direitos em favor dos irmãos, no dia 24 de Novembro de 1887 recebeu o hábito talar na Basílica de Maria Auxiliadora, das mãos de Dom Bosco, que faleceria dois meses depois.
Após os estudos de Teologia, completados com grande dificuldade por causa do estado precário da sua saúde e da contrariedade dos familiares e sobretudo do seu pai (a sua mãe faleceu quando ele tinha seis anos de idade), Augusto recebeu a Ordenação sacerdotal a 2 de Abril de 1892, ocasião esta em que houve uma tácita reconciliação familiar.
Contudo, a sua vida presbiteral só duraria um ano. De facto, faleceu em 8 de Abril de 1893, depois de cinco anos de vida salesiana, que um Purpurado quis descrever com estas palavras: "A sua conformidade perfeita com a vontade divina na enfermidade fê-lo heróico na paciência e invencível no amor a Deus!".
Os seus restos mortais foram transladados para a Polónia e sepultados no túmulo de família, na cripta paroquial de Sieniawa, onde Augusto tinha recebido a primeira Comunhão e, em seguida, para a igreja salesiana de Przemysl, onde jazem até hoje.
Para uma biografia mais detalhada clique aqui
sábado, 1 de agosto de 2009
Um exemplo de Bispo! - Dom Héctor Aguer, Arcebispo de La Plata, condena o totalitarismo neomarxista do Governo argentino
Argentina, Dom Héctor Aguer (foto), denunciando a manipulação totalitária da [des]educação sexual, praticada pelo Governo Argentino, que visa impor aos jovens a ideologia de gênero, a prática do homossexualismo e do sexo irresponsável. Para Dom Aguer, isto é uma clara manifestação de totalitarismo e índole neomarxista, cujo desejo é a destruição das família e do homem, sem nenhum respeito pelos valores mais caros à nação argentina. Deus seja louvada pelas suas palavras, Dom Aguer! Que seu exemplo inspire mais e mais Sucessores dos Apóstolos a lutarem contra a Revolução anticristã que se opõe ao Reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo.Quiçá os Bispos da CNBB, aos invés de comungarem com o marxismo, com as CEB's e com o Governo Lula, condenassem veementemente o totalitarismo neomarxista deste governo, o aborto e o gayzismo que cada vez mais estende seus tentáculos sobre nosso Brasil. Mas a preocupação primária para a CNBB é a reforma agrária, o MST e os quilombolas...
Oxalá seguissem o exemplo de Dom Hector Aguer, que se mostra valoroso Sucessor dos Apóstolos!
A notícia é de ACI Prensa. A tradução foi feita por mim.
Governo quer promover sexualidade sem responsabilidade em alunos argentinos
O Arcebispo de La Plata, Dom Héctor Aguer, denunciou que o Governo busca impor na educação argentina a ideologia do gênero, que promove a homossexualidade e uma sexualidade irresponsável, sem respeitar a liberdade de consciência de pais e alunos.
O Prelado se referiu ao documento intitulado “Material de formación de formadores en educación sexual y prevención del VIH/SIDA”, conhecido também como “Proyecto Conjunto País” e que conta com o apoio da UNAIDS e outros organismos.
Dom Aguer assinalou que este texto “é uma recompilação de escritos díspares” unificados ideologicamente, sem levar em conta a liberdade de consciência e sem relevar a variedade de posições que podem existir sobre educação sexual. “Por seu teor, parece outra imposição totalitária do Estado”, afirmou.
“A promoção do uso do preservativo é somente o aspecto mais superficial desta proposta [...]; o objetivo mais profundo é a ‘desconstrução’ de uma concepção da sexualidade de acordo com a ordem natural e a tradição cristã”, denunciou o Arcebispo.
Neste sentido, advertiu que o documento oficial promove um “enfoque de direitos” nas crianças e adolescentes a receberem uma educação sexual que não leva em conta o amor, a responsabilidade, “o matrimônio, a família como projeto de vida”.
“Se confessa explicitamente que a educação sexual exclui a formação nas virtudes, o apreço e o respeito dos valores essenciais que constituem a pessoa em sua autêntica perfeição. [...] Em suma, por educação sexual se entende a reivindicação do direito de fornicar o mais possível, e sem esquecer a camisinha”, denunciou.
Dom Aguer advertiu que este tipo de programa exclui a autoridade dos pais, assim como seus direitos e deveres que brotam do poder pátrio e que estão tutelados na Constituição e nas convenções internacionais.
O Arcebispo recordou que a ideologia de gênero apresenta a sexualidade “como uma construção histórica e sociocultural”, na qual “o ser homem e o ser mulher não surge de uma diferença biológica e muito menos se identifica com ela, mas procederia da evolução da cultura e seria, portanto, mutável”.
Neste sentido, se referiu ao artigo de Graciela Morgade, funcionária do Governo da Cidade de Buenos Aires. Este texto faz parte do material compilado e apresenta os argentinos como herdeiros “de uma tradição absolutista judaico-cristã, articulada desde o século XVIII com a tradicional família burguesa do capitalismo moderno”. O Prelado advertiu que “esta máscara serve para desqualificar toma moral sexual”.
A inspiração neomarxista, que recorda em certa medida o feminismo libertário de Shulamith Firestone, se mostra presente em vários dos elementos componentes da compilação de materiais. Neles se sublinha a interpretação da sexualidade segundo a dialética do poder”, afirma Dom Aguer.
O Arcebispo argentino assinalou que “se avista um perigoso avanço totalitário sobre a liberdade de consciência e sobre a liberdade de ensinar e aprender”, tanto em colégios privados quanto em estatais, “aos que não se pode impor sem injustiça manifesta uma concepção de homem contrário a suas convicções”.
“A tão falada neutralidade religiosa do Estado no âmbito educativo, o célebre laicismo escolar, não é compatível com a imposição dogmática construtivista e atéia que resulta de uma espécie de religião secular, alheia à tradição nacional e aos sentimentos cristãos da maioria de nosso povo”, expressou.
Curtas MORAL - Espanha e pílula. Mons. Fisichella e RU-486. Pais mexicanos inconformados.
- Mons. Rino Fisichella condena a pílula do dia seguinte na Itália, onde as autoridades de saúde permitiram sua venda nos hospitais. O Presidente da Pontifícia Academia para a Vida condenou a banalização da vida e salientou que, melhor do que fornecer pílulas, é ensinar a mulher a valorizar a vida que carrega em sue ventre. "O embrião não é um amontoado de células nem uma 'coisa' como alguns querem defini-lo; é uma vida humana verdadeira e plena. Suprimi-la é uma responsabilidade que ninguém pode assumir sem conhecer as conseqüências"; "A Igreja não pdoe assistir de maneira passiva ao que se sucede na sociedade; está chamada a anunciar sempre a vida", asseverou.
- Pais mexicanos sem anifestam contra cartilha que promove sexo entre menores. Trata-se da nova Cartilha Nacional de Saúde da Secretaria de Saúde do México, que promove, entre outras coisas, o sexo livre, o uso de preservativos e a pílula do dia seguinte entre menores de 10 a 19 anos. Um absurdo deplorável. A Unión Nacional de Padres de Familia do México (UNPF), por meio de seu Presidente, Guillermo Bustamante Manilla, exigiu a retirada ou modificação da cartilha. Bustamante lamentou que o Governo esteja promovendo anti-valores e não tenha consultado os pais de família, a quem cabe primeiramente a educação dos filhos - ingerências próprias do Estado intervencionista dos comunistas, para quem tudo deve ser decidido pelo Estado e a autoridade das família suprimida.
